sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Porque eu sumo

O engraçado, que não é de fato engraçado, é que eu ia gravar um vídeo pra explicar isso. Mas como é de costume a bateria da minha câmera estava zerada e eu não quis gravar na outra câmera por ela não ser full hd e tals. Um pouco frescura talvez, mas eu preferi assim.
Tá tarde pra caramba então eu vou tentar dar uma resumida, embora tenha medo de prejudicar a minha clareza pra ser breve. Mas agora eu já to desviando do assunto. Coisa que faço bastante.
Bom, tem várias coisas que me fascinam no ato de registrar uma fala, um pensamento, ou como é mais próximo do que eu faço bloggar (ou vloggar). Eu tenho essa pira bizarra por registrar o que eu penso e o que acontece porque eu morro de medo de um dia simplesmente não conseguir lembrar de nada. E aí se vê que eu falho miseravelmente nessa questão, porque eu também não registro de nenhuma maneira o que acontece comigo.
Mais ou menos assim: sabe Beleza Americana? Então, aquele jovem do filme grava as coisas que ele julga aspectos particulares da existência. Pra mim esses aspectos estão nos nossos pensamentos e nas nossas percepções. Então o melhor jeito de evoluir enquanto ser vivo é sendo capaz de recordar esses aspectos particulares, para refletir posteriormente, debater consigo mesmo, elaborar filosofias, enfim. Só que, véi, eu não sou um computador (infelizmente nesse caso). eu não tenho essa capacidade absoluta de lembrar reflexões, pensamentos e tal.
Esse apontamento do parágrafo anterior é tão importante na minha vida que ele originou um trabalho que estou desenvolvendo pra faculdade. Esse trabalho é como um registro do pensamento na sua forma mais crua, a fim de possibilitar o acesso para reflexão posterior, uma loucura. Um dia eu posto algo sobre aqui.
Então, até agora eu consegui explicar mais ou menos o que me motivou a ter um blog, um vlog e um twitter. Porque cada um deles a seu modo pode registrar uma forma de perceber o mundo ao meu redor.
Indo em frente; mas se eu gosto tanto de fazer isso, por que eu desapareço?
Bom, curiosamente, a resposta tá no meu último vídeo. Ou parte dela. Eu comentei sobre preguiça, apontei algumas desmotivações minhas quanto a gravar o vídeo e depois editá-lo (inclusive, eu tenho um vídeo por editar há dois meses, é grave). Essas desmotivações aparecem em coisas simples, por exemplo hoje, eu procurei a câmera seco pra gravar um vídeo e ela não tinha bateria. Pô, desmotivei! É grave assim. Muitas vezes eu to no banho e me imagino gravando, me imagino falando, elaboro o assunto, escolho as palavras e tal. Eu sento diante do computador e tudo simplesmente some. E desaparece. E assim eu perco a oportunidade de gravar mais um vídeo.
Eu já pensei N vezes em gravar um vídeo explicando a minha opinião sobre Humor, sobre Vegetarianismo/Veganismo, sobre o Feminismo, sobre Política, Filosofia e Artes, sobre a Vida, e eu sempre desencano, desmotivo e deixo pra depois.
A real é que não é só preguiça. É a preguiça, é um sentimento de apatia, de deixa a vida passar, não quero lidar com isso agora. E eu sou muito assim. Eu dificilmente vou fazer algo se eu puder deixar pra depois.
O que me deixa menos preocupado com isso é que quando eu decido fazer, eu VOU fazer. Por alguma inabilidade muito presente na minha vida, eu vou escolher o meio mais difícil de fazer o que quer que seja, mas eu vou fazer.
E isso que acontece comigo. Com o blog, com o vlog, com o twitter até, embora menos. Eu só quero deixar pra depois.
Eu tenho percepção de que isso é ruim, mas eu ainda não soube lidar com isso de um jeito eficiente.
Por outro lado, às vezes eu quero tanto fazer tantas coisas que eu acabo não fazendo nada e morrendo de ansiedade e, ironicamente, tédio.
Eu estava numa dessas ondas de tédio desmotivado agora há pouco, quando quis gravar o vídeo.
Por fim tem uma outra dificuldade a parte, que é a minha dificuldade de manter a linha do raciocínio. Quando eu to de boas no meu canto elaborando um pensamento é muito normal eu começar em A, passar por S e chegar em 23 e depois ficar pensando como porras cheguei lá. As aulas de redação nunca foram capazes de me ajudar a organizar o fluxo do meu raciocínio. E pra piorar, hoje eu entendo porque fui diagnosticado com déficit de atenção, que é quase a mesma coisa que dizer que sou hiperativo, embora eu não seja de fato hiperativo.
Às vezes tenho medo de comentar isso com alguém e acharem que eu sou louco, que preciso remédio. Eu não quero isso. Não quero viver uma vida baseada em me drogar licitamente pra manter a concentração em ser mais uma engrenagem do Sistema. Não, valeu, essa eu passo.
Tá vendo? Comecei em A, to chegando em S. Se der corda eu vou mais longe :P
Mas falando em ir mais longe; Lembrei mais um problema.
Por ter dificuldade em manter uma linha de raciocínio, eu já tive vídeos que tentei debater um assunto X e não consegui, porque me perdi em coisas paralelas. Normalmente eu falo muito por causa disso e como pra mim uma coisa puxa a outra ad infinitum, é muito difícil precisar onde eu deixei de falar do que eu to falando e passei a falar de outra coisa. Por essa razão meus primeiros vídeos eram tão longos e não falavam de nada efetivamente.
Pra corrigir isso, eu comecei a ser sucinto nos meus vídeos e falar menos, deu certo. Mas acho que às vezes eu podia ter falado mais, sei lá.
É uma sensação meio de "tá legal, mas podia ser mais completo".
Bom... Acho que era isso.
Vê, nesse texto mesmo, que eu tinha um objetivo bem claro do que falar eu dei uma viajada em paralelismos. Não que esses paralelismos não tenham a ver, mas do jeito que ue falo eu tenho a impressão de que fica bem mais desorganizado e tal, aí eu desmotivo (de novo).
Enfim, acho que fico por aqui. Espero ter conseguido explicar pelo menos um pouco do como me sinto com relação a isso.
Ah! LEMBREI! Nossa, isso é foda haha
Última coisa, juro! xD
Assim; Quando eu começo a falar de alguma coisa, ou escrever, um assunto puxa o outro e se deixar eu fico falando e vou embora. Quando eu tenho um assunto claro sobre o qual quero falar eu tenho muita dificuldade de encerrar o assunto. Isso vale pra versos também. Tem muito verso aqui no blog que eu pensei em terminar porque ficava uma frase de efeito e tal, aí eu continuava e vinha outra frase de efeito e ad infinitum. É engraçado pensar nisso, porque eu escrevia versos pra desabafar o que tava sentindo, e por causa dessa dificuldade é possível notar os vários estágios emocionais que eu passei enquanto escrevia, tente reparar nos meus versos antigos :P
Mas era isso, agora deixa eu ir que amanhã (hoje) o dia vai ser longo :/

Oi (91)

Caraca, oi, Universo.
Nossa, eu não morri, juro, eu só... sei lá, tirei umas férias inesperadas. :/
Mas aqui to eu, queria inclusive contar umas coisas e tal, enfim, queria me abrir com vcs.
No caso, esse "se abrir" vem no próximo post (que vocês leram antes, porque o blog organiza os posts mais novos primeiro), então eu vou aproveitar esse post pra dizer que ue sinto muita falta do blog.
Sinto falta de verdade. Eu gosto de escrever, eu gosto de fazer vídeo, e eu fico esse tempo todo afastado por derpice minha. Peço desculpas de verdade, até mesmo pra mim.
E aí de novo, eu não posso prometer que vou voltar, ou que não vou sumir, mas eu quero tentar.
Obrigado por continuarem vindo aqui.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Um pouco das palavras que quero te dizer há tanto tempo

Eu tive um bloqueio pra escrever desde que me mudei pra Pelotas. E eu queria mais do que tudo ter uma explicação pra isso, mas nunca consegui. A única maneira que pude escrever desde então foi nos momentos em que meu coração pareceu que ia explodir.
Bom, não é de hoje que você comenta que gostaria de ver novos escritos meus e não é de hoje também que eu sinto vontade de escrever. Talvez esse seja o momento.

Você é a pessoa que eu escolhi amar. Você é a pessoa pra quem eu declarei o meu amor e entreguei o meu coração.
Eu nunca disse, mas toda vez que te machuquei eu me senti a pior pessoa do mundo. Eu me culpo por isso e sinto que depois disso eu me tornei uma pessoa ainda mais fria. Como que tentando ser frio pra sempre evitar qualquer coisa de ruim. Modéstia a parte, eu sempre fui bom nessa atitude de abraçar a dor e não reagir.
Bom... Nem sempre funcionou como eu pretendi.
Me desculpa por ter te machucado. Me desculpa por ter te trazido dor. Me desculpa.
Mas eu te amo. Eu sinto a sua falta mais do que tudo. Você me dá apoio, você me ajuda. Eu sei que você me ama, eu sinto esse carinho. Obrigado por estar do meu lado. Obrigado por me apoiar. Obrigado por me amar.
Obrigado por ser essa pessoa maravilhosa.
Ainda temos que amadurecer, ainda temos que nos tornar "adultos". Mas eu sinto que só posso envelhecer ao seu lado. E eu não quero ter outra pessoa comigo. Eu escolhi você.
Eu te amo, Marília.

sábado, 6 de junho de 2015

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Não sei qual era a intenção de Belchior quando escreveu "como nossos pais", mas eu particularmente acho terrivelmente frustrante rodar uma vida tentando ser diferente, ser melhor, e acabar como nossos pais :(

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Whatever - Preguiça


e por milagre esse vídeo chegou até vocês num tempo total de 15 horas :) (não os 5 ou 6 dias habituais)

vídeo do Leo a.k.a. Sorvete de Limão: https://www.youtube.com/watch?v=TJVFpmx9fzs

sábado, 25 de abril de 2015

Sei lá, às vezes eu só queria ser um pouco menos chato...
É muito difícil pra mim ver filmes com amigos, porque eu sou extremamente crítico e analítico daquilo que assisto. Eu dificilmente consigo sair do cinema e avaliar um filme como bom. E quando vejo filmes com meus amigos, o que é quase a totalidade das vezes, eu acabo sendo o chato da turma. Eu sou aquele cara que vai apontar os defeitos do filme e justificar que ele é ruim.
O complicado disso é que nem todos são de ferro, é normal. As pessoas vão ao cinema ver filmes que elas sabem que não são verdadeiramente bons com o intuito de dar um break na vida, fazer uma pausa, um descanso. E quando elas saem da sala de exibição, ou quando o filme acaba em casa mesmo e a luz da sala é acesa, quando elas estão digerindo esse momento de fantasia, lá vou eu destruir os sonhos delas e trazê-las de volta à realidade.
No ciclo de cinema e debate da faculdade eu até ganhei o apelido de hater...
Bom, to escrevendo tudo isso por causa de um fato que é novidade pra mim. Hoje estava vendo um filme com uma amiga (Quase Famosos, 2000) e a julgar pela maneira como comecei o texto você talvez já esteja prevendo minha opinião sobre ele.
Mas o problema dessa vez é que eu não só não gostei. Eu dei rage quit do rolê.
Depois de muita enrolação de plot e vai e vem na estória, eu pedi pra pausar o filme e perguntei se ainda faltava muito pra acabar. Foi aí que eu descobri que já tinham ido duas horas de filme e ainda faltavam 40 minutos.
O filme tem fucking 2h40min! POR QUE, PORRA?!
Eu já vi filmes ruins, mas nunca achei nenhum filme tão ruim que não pudesse esperá-lo acabar. E imediatamente eu comecei a me sentir mal por não ter aguentado terminar. Não por respeito ao filme, mas por respeito à minha amiga que me convidou pra ver o filme.
Aí, pro meu azar, eu olhei no relógio e descobri que era quase uma da manhã. MEUDEUS! Como assim eu perdi tanto tempo da minha vida vendo um filme que não me acrescentou NADA depois de duas horas?! E ainda faltava quase um terço do filme pra acabar.
Bom, agora escrevendo sobre, eu fico na dúvida se eu sou chato ou se o filme é realmente ruim. vou procurar críticas sobre o filme depois, pra poder entender se eu não percebi alguma coisa ou se o filme é ruim mesmo.
Mas por hora vou tentando equilibrar as coisas, nem ser tão chato, nem ser tão receptivo...

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Ansiedade contemporânea

Há algum tempo, coisa de um ano eu fiz um comentário alheio com amigos reparando no fato de que as pessoas vinham comemorando e aguardando lançamentos mais esperados. Num sinal claro da ansiedade contemporânea, em que as coisas têm de ser consumidas logo que lançam pois se tornam velhas e obsoletas MUITO rápido.
Ok, bem observado.
Agora (não me surpreendo), reparo que as pessoas estão comemorando coisas que serão lançadas. No caso de equipamentos eletrônicos, consome-se logo a geração atual buscando saber o que a próxima vai ter de interessante para que o ciclo se repita. Para vídeogames ainda não reparei uma tendência nova, apenas a antiga de comemorar o lançamento e jogar tão logo quanto possível.
O anseio que de fato me preocupa é o da indústria cinematográfica. Empresas têm anunciado filmes pros próximos anos. Por exemplo a Marvel e a DC anunciaram seus filmes até 2020, e a Disney anunciou as publicações de longas até 2017.
A reação do público?
Comemorar de pé e vibrando como se os filmes já estivessem produzidos e fossem estrear mês que vem.
Gente, calma... Que adianta saber que tal filme tem estréia prevista pra 2016? Mal começamos o segundo trimestre de 2015...
E 2016 ainda é um previsão próxima, me preocupo com a sanidade de gente comemorando filmes pra 2020...
Me sinto a única pessoa capaz de perceber que isso é só marketing que parece ocultar medidas do governo (leia-se pão e circo). Empresas não dão nada sem ter um objetivo muito claro pra si próprias.
Isso por sinal me lembra que recentemente """vazou""" o trailer de Batman vs Superman. Digo """vazou""" porque, canso de dizer e vou repetir eternamente, nada vaza. Absolutamente NADA.
O trailer em questão vazou num dia e no dia seguinte o produtor/diretor do filme "por força maior" acabou lançando o trailer oficialmente.
Ah, faça-me o favor... ¬¬ O trailer vazou legendado em português ¬¬
Bom, mas pra concluir a coisa da ansiedade contemporânea e tal:
Parece que a sociedade atual vive tão rápido que não consegue curtir o vácuo entre um grande lançamento e outro, o público precisa SEMPRE de um estímulo, uma razão para esperar o tempo passar, e um tempo que é cada vez mais distante.
Última nota sobre o assunto, pelo menos por hora; os lançamentos anunciados são só reboots, continuações de sagas já conhecidas e mais do mesmo. O que me deixa até mais preocupado, porque as pessoas têm se revelado ansiosas com coisas que são completamente previsíveis e descartáveis. É... Tá cada vez mais difícil querer viver nessa sociedade :/

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Em dois dados momentos da minha vida eu me deparei com a sensação de ser traído por amigos que eu confiava. Por mais que eu tente, não é mais a mesma coisa. Me tornei frio. Me distanciei.
Passei a temer o contato com essas pessoas que poderiam trair minha confiança. As evito porque tenho meus amigos que são como irmãos e que eu sei que posso confiar. Esses eu sei que não me trairiam.
O problema é que esses amigos estão muito longe de mim. Por mais próximos que sejamos espiritualmente, não posso contar com eles agora onde estou.
Então eu deveria ser capaz de encontrar novas pessoas que sejam tão interessantes. Mas e aí? Quem?
Acho que eu fiquei velho pra esse tipo de rolê de conhecer gente nova. Falo de velhice espiritual. Não me vejo no meio desse povo que se encontra nos lugares e começa a puxar assunto com as pessoas aleatórias do lado. Eu gosto de sair com os meus amigos e estar com eles.
Até posso conhecer gente nova, mas é um acaso raro. Um em um milhão. Como se essas pessoas que conheço realmente estivessem destinadas a me conhecer.
Talvez eu queira que o meu caminho cruze com os caminhos das pessoas que serão interessantes pra mim, sem ter que me desgastar com gente aleatória que não vai aprofundar laços. Ou que vai me trair depois.
Você talvez esteja se perguntando o que seria traição nesse caso... Eu penso que uma amizade traída é quanto um amigo de alguém descobre ou percebe algo importante pra esse alguém e não conta a quem interessa.
Como se essa pessoa carregasse uma informação preciosa, capaz de mudar os rumos da vida de alguém e não contasse isso pra esse alguém.
Será que estou sendo exagerado? Só sei que foi assim que eu senti.
Mas de tudo isso que escrevi o importante é que eu quero ter amigos. Eu só não quero investir tempo e dedicação numa amizade que pode me deixar na mão quando for importante pra mim.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Comentários (51)

Eu não tinha definido um post pra hoje, então eu vou deixar aqui duas matérias que li e apontam uma coisa que eu já vinha concluindo por mim mesmo. Comentários no fim:

http://psibr.com.br/noticias/ex-coordenador-do-dsm-sobre-a-biblia-da-psiquiatria-transformamos-problemas-cotidianos-em-transtornos-mentais

http://portugalmundial.com/2014/01/pai-do-transtorno-de-deficit-de-atencao-declara-se-mentiroso/

Eu fui diagnosticado com TDAH, mas não tive noção certa do que isso significava, eu tinha só 11 anos na época.
Agora na fase adulta, ou final da adolescência, uqe me dei conta de que eu não sou distraído. Eu só não presto atenção naquilo que não me interessa. Isso não é sinônimo de hiperatividade, é só ausência de falso interesse.
Tive contato com duas pessoas que reconheço como hiperativas, é distinta a forma dessas pessoas de agir e raciocinar se comparadas com as outras pessoas.
Essas foram coisas que comecei a pensar sobre a tão falada hiperatividade.
Mas como é notável no Facebook, outros transtornos psicológicos também tiveram a sua moda. A Bipolaridade e a Depressão são as mais comuns.
Virou moda entre os jovens, principalmente os mais carentes de atenção alheia, se dizer depressivo e bipolar. E eu não creio que seja só delírio juvenil.
Na minha opinião esses transtornos são/foram moda porque havia primeiro uma banalização do real problema e segundo uma demonstração de cuidado especial para quem tivesse esses problemas.

Sendo bem sincero, eu não vou conseguir elaborar esse argumento agora por motivo de cansaço. Mas é um tema que quero muito escrever. É uma coisa que quero muito poder dividir com as pessoas porque creio que seja libertador. Penso que a indústria farmacêutica têm-se tornado cada vez mais um agente anestésico da sociedade. Vejo amigxs que tomam remédios por motivo x ou y sem de fato precisarem disso. como se fosse apenas um ponto de apoio, como o cigarro e o álcool mesmo.
JURO, vou escrever sobre isso :X

domingo, 5 de abril de 2015

Acabo de voltar do mercadinho. Na frente do lugar, uma senhora me para, eu pergunto o que foi, com toda essa minha cara gentil pra caralho (ironia, pra quem não pegou :P). Ela diz, praticamente cochichando constrangida, que está com leucemia e qualquer coisa que não deu bem pra entender sobre os filhos e terminou pedindo um pacote de arroz e feijão.
Constrangimento por mentir, ou constrangimento pela situação?
Quem mente não pede comida. Pelo sim, pelo não. Disse que ajudaria com o arroz. Entrei no mercado com um peso nas costas. Eu não cozinho então comprei pão, cup noodles, bolo... e o arroz que a senhora havia pedido. Quando ensacolaram minhas coisas, deixei uma sacola só para o arroz. O que pensariam se vissem aquela senhora carregando a embalagem sem sacola nenhuma? Possivelmente fruto de algum furto? Engraçado como essas coisas se passaram rapidamente pela minha cabeça.
Do lado de fora, quando entreguei o arroz ela disse "que deus lhe abençoe". Eu não disse nada, só caminhei pra casa pensando em que "se houvesse mesmo algum bom deus abençoando as pessoas, ninguém precisaria pedir comida para estranhos".

Denis Barboza

quinta-feira, 26 de março de 2015

Comentários (50)

Que bosta hein


Me perdoem, mas a dublagem da equipe toda tá uma merda ._.

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Eu acho é ótimo!


É perfeito! Agora a PM vai ser "obrigada" a saber conversar.
Pelo menos em teoria, não é perfeito como eu disse, mas é o ponto de partida.

segunda-feira, 23 de março de 2015

DJ ou não DJ?

A vida às vezes passa numa correria e apresenta dificuldades que eu sempre me pergunto se são um sinal me dizendo pra desistir, que aquilo não vai dar em nada, ou se é um pedido de força, que aquele é o caminho e eu devo seguir em frente.
Essa semana foi inteira uma dessas situações.
Criei coragem de perguntar pra um conhecido sobre a atividade de DJ e me aventurei melhor no VirtualDJ (programa que até então eu conhecia, mas nunca tinha tentado dominar de fato). No dia seguinte um amigo me pediu para completar o grupo de DJ's que tocariam numa festa que ele estava organizando para o final de semana. Eu disse que ia pensar, mas que não considerassem muito essa possibilidade porque "o que porras eu entendo de mixagem pra topar tocar numa festa?".
Ainda que eu tenha rejeitado, eu pratiquei o VirtualDJ, estudei minhas possibilidades e o que eu faria se tocasse. Me imaginei tocando. Na véspera da festa, num momento de loucura eu chamei esse amigo no chat do Facebook e disse que topava tocar se eu fosse o primeiro (porque haveria menos gente na festa) e se eu pudesse tocar as músicas que eu quisesse,
Ele pediu pra ouvir as músicas que eu tocaria e gostou. Resultado: toquei.
Foi foda.
Foi muito legal.
Foi tão legal que desde a festa eu não consigo parar de pensar em comprar uma controladora de verdade pra poder tocar mais.
Achei o meu lugar na música.
É isso que eu gosto de fazer com música.
A parte triste (e é onde entram as dificuldades) é que estou na véspera de uma viagem que me consumiu mais dinheiro do que eu previa. Estou me recuperando dos gastos com a virada do ano.
Tenho dinheiro pra viver. Mas quero realizar essa vontade súbita principalmente porque senti que é uma coisa que me faria bem.
Fora a possibilidade de gerar algum lucro futuro. Querendo ou não, posso fazer uns bicos com isso, e faria muito feliz e tranquilo.
Mas será que eu devo seguir em frente ou essa dificuldade financeira é só uma forma de O Acaso dizer "nope"?
Não é um investimento alto. Mas não é um gasto ao qual posso me dar ao luxo por besteira.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Whatever - Como fazer educação integral


Nossas crianças estão sendo doutrinadas no abecedário, vamos impedir isso.

Comentários (49)

Nossa Senhora, cara, como você é burro :T


Em nenhum momento passou na cabeça desse cara que se ninguém de respeito apoia o movimento é porque ele não faz sentido?

Véi, 500 pessoas, véi, pqp... No país inteiro, cara, ah vá se fuder ¬¬

Vou ali, voltar aos meus afazeres e volto depois u.ú

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Hum, interessante :T


Eu meio que já pensei em coisas similares. Achei bem interessante.

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Desmistificando heróis


Bem interessante ver isso expresso por uma cantora pop, ainda que do meio underrgound.

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Ah, por favor... ¬¬


Sério, cara, que babaquice...
Pior ainda o escritor da HQ defendendo essa babaquice ¬¬

A imagem é pesada/violenta? É claro!
Mas esse é o intuito, porra ¬¬

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Placebo everywhere


Nem ligo pra indústria de remédios (Y)

Me importo com antissépticos e cicatrizantes e deu.
De resto, considero uma grande indústria criada em cima do medo e do andar frenético da sociedade.

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Acabou :(


Ah, pena. O trabalho deles até andava interessante.

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Fazendo um P.S. rapidão:
Eu comento bastante coisa no meu Twitter, Dou RT e em seguida comento em resposta ao post original. Então confere lá que tem umas coisas bem interessantes e legais :)
Já aproveita e me segue uahsuashuhas

quinta-feira, 12 de março de 2015

Comentário (48)

Uma coisa legal de saber


É bom saber que essas coisas, tão comuns nos nossos tempos, foram inventadas por mulheres. Nós estamos demasiadamente convencidos de que o mundo gira com a mão do homem.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Comentários (47)

Se eu não comentar mais nada essa semana pelo menos terei postado essa notícia irrelevante para o mundo


Não vejo nada de muito novo no Oscar auhsuash

Mas é interessante reparar que quanto mais a Internet toma conta do mundo, menos as celebridades e os grandes eventos conseguem passar uma seriedade e escapar de piadas de mal gosto
O que não é necessariamente bom
Porque há coisas que podem ser levadas a sério e pensadas de uma maneira inteligente, mas a Zueira (HUEHUE BR BR) dificulta que se preste atenção nisso...
Só por exemplo: eu desconfio que a Gaga tenha colocado as luvas vermelhas por algum motivo inteligente (sim, falo sério :/ ), mas a Internet fez seu papel e reprovou dos modos mais nojentos possíveis...

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Preocupante


Eu estudei comunicação o suficiente pra saber que esse recurso aliado à programação on-demand vai gerar uma alienação monxtra na galera
Então quero acompanhar de perto como isso vai seguir, porque não quero ficar vendo as pessoas se alienarem à minha volta ¬¬

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Véi...


Não é à toa que essa geração é um bando de bundão u.u
Quando os ídolos da galera se drogavam o povo tinha mais vivência de espírito pelo menos :/

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CHUPA ESSA PIROCA, SOCIEDADE!!!


Nem preciso dizer uahsuashuas

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COF COF


MENTIRA!!


domingo, 22 de fevereiro de 2015

Oi (90)

Olá, amigos
Faz muito tempo que não passo por aqui pra escrever sobre mim, então aqui estou :)
Também quis aproveitar pra escrever agora porque tenho um vídeo pra finalizar a edição, então não quis gravar outro vídeo pra entrar na fila de finalização e acabar engavetando mil vídeos que quis fazer e não fiz uashuash
Eu não sei dizer porque estou bem
Só sei que me sinto bem, me sinto leve
Uma sensação de leveza como há muito tempo eu não sentia, então está sendo muito gostoso x)
Parece um sentimento meio NERVista (fãs de Evangelion entenderão); "Deus está em Seu Paraíso, tudo está bem com o mundo."
Haha
Espero voltar em breve pra falar mais aleatoriedades :P

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Comentários (46)

Começar com uma história legal


Resumindo: Essa senhora, depois de passar dois dias sem comida em casa, furtou cinco ovos num mercado e foi pega pelo oficial William Stacy da Polícia do Alabama a quem alegou que os ovos seriam alimento da família (ela, duas filhas, uma sobrinha e dois netos). Ao invés de prendê-la, como seria o normal, William pagou a ela uma dúzia de ovos e a fez jurar nunca furtar novamente. A notícia ganhou repercussão e doações de alimentos pipocaram para a polícia. William reuniu colegas de profissão e levou as doações para Helen.

Isso meus amigos, é o trabalho que a polícia deveria fazer SEMPRE.
É pra isso que a polícia existe.

"Às vezes, prender não é o melhor procedimento.'' Disse William para o site [NY Daily News]. " Eu espero que ela não furte novamente, rezo pra que não precise e acredito que ela não irá."

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Que interessante :D


Achei muito legal, vou querer conhecer um recife desses :)

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History Chanel sendo History Chanel


Eu li e fiquei super feliz com a notícia.

Aí eu percebi que é falso :/

A prova, dizem, está aqui

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Histeria


Histeria, meus amigos, histeria é isso aí :T

O próximo passo é uma histeria coletiva, daí fudeu :(

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Masque?


Pombos ligados em tecnologia e nerdices são novidade pra mim :T

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Sinal dos tempos


Cuidado, gente, não se deixem levar pela Internet :)

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Água!


Cara, que ótimo! Só espero que o preço dessa água seja em conta, porque eu super-imagino essa água sendo vendida a R$5,00 a garrafa ¬¬

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Comentários (45)

Eu gostaria de salientar que não gosto da fonte



Pra começar eu vou dizer que eu não sou muito afeto do MPL
Não sou afeto do movimento porque vejo neles uma certa inocência em exigir um direito sem enxergar a economia e a situação estatal (tanto prefeitura quanto governo do Estado) como um todo.
Digo isso porque li numa outra fonte (que seria um trabalho desnecessário agora pra encontrar) que a preocupação do MPL é com o direito ao transporte público e que outros problemas têm de ser resolvidos de outra forma.
Ora, isso é muita inocência...
Por outro lado, claro, a PM não se mostra nem um pouco melhor na sua tarefa de "defender o cidadão" do que era na época da Ditadura.
Ainda vemos uma PM que bate, arregaça, forja, descrimina e oprime aquele que deveria ser seu protegido.
Ora, PM, assim não dá né.

Agora, neste próximo texto (https://ninja.oximity.com/article/Esse-cara-da-foto-sou-eu-e-esse-1) está o depoimento de um jovem agredido gratuitamente pela polícia na manifestação da última sexta (23).
Ele cita uma reportagem do R7 (que não convém mostrar, pois é pessimamente redigida). Essa reportagem, além de mostrar a agressão gratuita que esse jovem sofreu, põe duas coisas na roda.
1) A polícia teria reagido às agressões que sofreu.
NENHUM crime pode ser punido com agressão ou morte, PRINCIPALMENTE SEM JULGAMENTO.
Se fulano não foi julgado, fulano não pode ser punido.
O que a polícia faz muito é punir previamente e manter sob pressão psicológica quem for capturado sob a alcunha de criminoso.
2) A polícia filma as manifestações.
Onde posso acessar isso?
A PM é um órgão estatal. A PM existe para a minha, a sua, a nossa necessidade e é paga com o meu, o seu, o nosso dinheiro.
TUDO que a PM, ou qualquer outro órgão público, faz DEVE ser de acesso público. Pra que eu, você, nós possamos garantir que o serviço seja feito como deve.
Repito a questão: Onde posso acessar esse conteúdo gravado pela PM?

Voltando ao primeiro link, quero buscar um último gancho.
O diretor da SP Trans, Adauto Farias, salienta que os custos para as empresas subiu numa escala muito maior que o aumento. Ele fala de uma aumento de 38% dos insumos de transporte público, e também fala de um aumento de 27% no custo de vida (geral).
O aumento da passagem não é suficiente para lidar com o aumento dos custos que as empresas têm.
Bom, gostaria de dizer que os donos dessas empresas devem ter dinheiro pra caramba e uma ligeira queda no seu lucro provavelmente não os afete como afetaria a mim e a você, provável leitor.
Eu acredito que esse aumento de 50 centavos na tarifa seja necessário, mas não posso aceitar um aumento desse valor quando o serviço prestado não é da qualidade que deveria e os trabalhadores das empresas continuam recebendo salários baixos.
Esse aumento não é devolvido ao usuário (e nem ao funcionário) em qualidade do serviço, ele é embolsado.

Por último, um texto que fala sobre a situação do transporte "público" em São Paulo.

A última de hoje sobre polícia


O estudo é interessante. É bom e necessário conhecer os códigos das organizações criminosas.

A parte engraçada é que eu tenho três pontinhos em forma de pirâmide na mão :T
Que eu fiz porque no dia da tatuagem nos dedos eu tinha marcado com caneta só de zueira e achei bonitinho :T
Quero ver explicar isso haha


A nova doença da moda


A selfie é a nova sensação :T
E a nova síndrome moderna também

Pra descontrair, eu acho...


Gente... :<
Que coisa, não?

Última do dia, ainda sobre bichinhos


Sobre o processo explicado no final, ele é longo, cansativo e chato. A maioria das pessoas nunca vai fazer tudo isso. MAS. Se o objetivo é ajudar, use do seu tempo útil.
Se não der pra fazer do jeito certo, é melhor não fazer nada.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Vou escrever sobre uma coisa que vi e fiquei puto

Hoje eu parei pra jantar enquanto assistia ao Domingão do Faustão (nem vamos comentar o quão isso pode ser errado). Me sentei no sofá justamente no momento em que Fernanda Vasconcellos começava sua apresentação para o quadro Truque Vip.
Eu sei que o quadro pretende mostrar famosos apresentando truques de mágica numa competição para saber quem seria o melhor mágico/ilusionista dentre os escolhidos. Eu já sabia a pretensão do quadro, mas nunca o tinha visto.
Ok, me permiti assistir o truque da vez e o que vi me deixou enjoado. Mas não enjoado de excitação. Me senti enjoado com o péssimo gosto da apresentação.
Fernanda Vasconcellos apresentou uma mágica ou um truque que eu não sei como definir segundo os ilusionistas, pois é uma área que eu completamente ignoro. O truque dela apresentava uma bancada com quatro grampeadores de pressão daqueles industriais. Um destes foi carregado pela própria atriz e foi demonstrado que só aquele estava carregado. Então ela escolheu alguém na platéia para misturar os grampeadores, desta forma ninguém saberia dizer qual dos quatro era o carregado. Em seguida, Fernanda escolhia alguém da platéia para escolher um dos grampeadores que seria disparado contra ela própria (o primeiro na mão, o segundo no pescoço e o terceiro na cabeça).
Entenda que eu dificilmente me impressiono com mágica feita pela TV. Entendo o suficiente de edição e jogo de câmera para desacreditar do que a TV exibe.
Mas o que se seguiu não me pareceu de forma alguma um truque de mágica.
No meu entender enquanto espectador, mágica envolve domínio do público pela tranquilidade, envolve domínio de uma situação que parece extrema para quem assiste e eu não vi nada disso.
Não vi o público tenso diante de uma situação aparentemente perigosa enquanto a ilusionista demonstra uma calma infundada. O que vi foi um público tenso diante de uma situação de risco enquanto a ilusionista estava tão ou mais tensa que todo o público.
O que vi foi uma roleta russa de grampos.
Sendo quatro grampeadores, um deles carregado, isso faz 25% de chances de ser escolhido o grampeador que está carregado. Numa roleta russa o jogador tem uma chance de 1/6 de disparar a munição depositada no tambor do revólver. Um arremesso de dado.
Conforme os grampeadores eram escolhidos e se descobria que estavam descarregados, Fernanda ficava mais tensa pois tinha a perspectiva de que o próximo poderia lhe machucar.
A atriz não parecia dominada, pelo contrário, parecia desesperada. Claro que isso poderia ser uma excelente atuação de si própria, mas não parece um truque. Parece apenas uma brincadeira de mal gosto e eu fiquei dividido entre a ânsia pelo erro dela (sabendo que apesar da dor ela não teria nenhum problema grave) e o desejo de que alguém corresse ao palco gritando "Parem com essa porra, isso não faz sentido!" que é provavelmente o que eu faria.
Isso não foi um truque, isso foi uma brincadeira de péssimo gosto. Fernanda não demonstrou tranquilidade enquanto corria um risco à toa e a platéia se contorcia diante da possibilidade do erro. Fernanda apenas passou tensão e estresse gratuito, junto com a platéia que ela pretendia entreter.
É tão de mal gosto que se ela trocasse os grampeadores por pistolas eu acharia igualmente estúpido.
Quando um(a) ilusionista apresenta um truque de escapismo, ou corta um(a) assistente ao meio, ou se tranca numa caixa enquanto o(a) assistente transpassa a mesma com espadas, ele(a) demonstra frieza, destemor e tranquilidade.
Aí está o truque. Aí está a pergunta "nossa, como ele(a) faz isso?"
Eu só assisti uma aula de probabilidades estupidamente de mal gosto...

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Comentários (44)

Tristeza



Eu não gosto da fonte, que fique bem claro :S

Independente do motivo, a polícia militar não é ensinada a lidar com gente. Eles são como cães de guarda. Poderiam muito bem ser puros, inocentes, bondosos. Mas são treinados pra agredir sem questionar ao mínimo sinal de estranheza/violência.
São maliciosos porque têm de lidar com a malícia e acabam corrompidos por aquilo que enfrentam.
Lhes falta conhecimento sociológico, psicológico, filosófico e didático.

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Já postei algo sobre e insisto no assunto



Nada a acrescentar.

domingo, 28 de dezembro de 2014

No calor aconchegante do quarto

Depois de tanto te deixar triste com as coisas que escrevi aqui, eu vim finalmente escrever algo que me faz feliz.
Eu estava no quarto, hoje mais cedo, e encontrei um sutiã seu. Foi uma sensação fofa e muito gostosa. Encontrar suas roupas pelo meu quarto traz um sentimento bom e aconchegante. Eu fico lembrando das suas roupas no seu corpo, e fico sentindo a textura delas, pensando em você e no calor do seu corpo.
Olho pra você deitada na minha cama. Você é a coisinha mais fofa do mundo dormindo, e eu tento proteger o seu sono a todo custo. Você transmite tanta paz enquanto dorme que a minha vontade é te por numa caixinha, nunca mais te acordar. Só pra poder ficar te olhando dormir e sentindo essa tranquilidade toda.
Sorrio como bobo enquanto escrevo :)
É muito gostoso te ter por perto e te amar. Não quero que isso acabe.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Uma pessoa que não olha para o Passado terá muitas dificuldades para prever o Futuro.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Mas e se a raiz do problema for eu?
E óbvio que eu nunca pensei nisso, mas e aí?
Ao invés de vítima eu posso ser a causa, e o que eu faço pra mudar?
É difícil dizer se a mentira é pior que a traição
Me sinto um fantasma assombrando memórias atrás de pistas que me ajudem
Se abre uma "jornada" à minha frente
Jornada, por falta de uma palavra melhor
Nessa jornada eu estou sozinho
A pessoa com quem eu mais deveria contar não pode me ajudar
Meus amigos não estão em posição favorável pra me ajudar
E a única pessoa que pode fazer isso sou eu
Só vejo traições ao meu redor
Traições e mais traições de pessoas que eu confiava
Eu tinha uma visão tão clara de tudo
E posso ver o mundo se corromper diante de mim
Com o mundo corrompido, não posso afirmar com certeza o que é real ou ilusão
Ou será que no fundo os dois são iguais?

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Secret Base - Zone (cover by: The Kira Justice) ♪

Já fui uma pessoa tão feliz sozinha, mas agora, sempre que estou sozinho me sinto triste e deprimido
Queria escrever um livro com toda a dor que senti
Na mesma medida que algumas pessoas sentem alegria e felicidade, eu me sinto deprimido
Mas isso é o mundo, não é?
Enquanto uns estão felizes, outros estão tristes...
Só queria saber porque a minha tristeza parece infinita
Ela nunca me deixa pra um breve momento de felicidade
Pareço estar sempre triste, deprimido, com esperança de que tudo melhore
Mas nunca melhora
Você alguma vez já sentiu que é impossível amar e ser feliz ao mesmo tempo?
Já teve a sensação de que amar alguém intensamente significa entregar a sua alma pra essa pessoa e nunca mais ver a luz novamente?
Quando mais amo, mais me sinto em um profundo mar de dor
Por consequência, sinto ódio
E quanto mais odeio, mais sinto que meu amor é intenso
Então sou obrigado a me perguntar
Como posso amar e odiar a mesma pessoa tão intensamente?
Você já sentiu isso?

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Chá de morango com limão

Bom, o blog é meu. Se eu já postei miojo aqui, postar chá não parece tão absurdo até

Então... vamos lá (Y)
Você precisa de:

  • 1 sachê de chá de morango
  • meio limão
  • açúcar a gosto
Faça o chá, fatie o limão, junte os dois com o açúcar e voila! está feito :)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Eu morri no blog, não precisa me lembrar, eu sei u.u

Post Inútil do dia: lista de pontos positivos e negativos do Plurk

pontos positivos

  • apertar Enter/Return é o suficiente pra enviar uma mensagem
  • não há necessidade de clicar nenhuma tecla para continuar plurkando
  • ponto pro emoticon do gatinho (completamente useless, mas é fofo uahsuashuas )
  • comando editar em plurks enviado

pontos negativos

  • interface ruim (preferência particular)
  • quero ver só o meu feed de amigos e ainda não descobri como (faz no mínimo dez minutos que entrei)
  • muitos ads, de maneira poluída
  • timeline confusa
  • por ausência de pessoas do meu interesse pra seguir a diversão acabou a primeira meia hora (isso é uma questão de mainstreanice, os blogueiros e gente "famosa" da web usa o twitter e o meu acesso a eles é muito facilitado)
  • sistema de ganhos conforme o uso do aplicativo
  • pop ups demais

Isso aqui é só uma primeira impressão/comparação com o Twitter, porque considero os dois muito parecidos. Mas a minha intimidade maior ainda é com o Twitter mesmo <3 p="">Quem sabe um dia eu goste do Plurk? :)

terça-feira, 18 de novembro de 2014

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Mais um pouco da minha opinião sobre argumentos usados em favor do Feminismo

Eu estava lendo esse artigo (clique aqui) e formulei alguns pensamentos enquanto lia. Gostaria de apresentá-los aqui:

Bom, vou decompor um pouco do texto para poder dividir meus pensamentos de maneira adequada. Então, começando logo da primeira frase "Se você é homem, você faz parte da cultura do estupro.".
Não. Eu não faço parte da cultura do estupro.
A explicação dada no texto é uma forma muito conveniente e genérica de apontar todos os homens como os causadores da desigualdade entre os sexos e é tão machista quanto o imaginário que ela tenta combater.
Ora, se todos os homens contribuem inevitavelmente para a cultura do estupro por serem homens, nada há de ser feito pra resolver o machismo, porque, afinal, todo o tempo nascem homens que inevitavelmente contribuirão com a cultura do estupro.
Essa justificativa é infantil e mal-elaborada.
Se seguirmos a mesma lógica, a única forma de combater o racismo é se livrando dos brancos. Porque afinal, eles são brancos e naturalmente são melhor recebidos pela sociedade.

Seguindo o texto, o autor explica que o estupro também pode ser praticado de homens para homens e de mulheres para homens.
Mantendo a lógica apontada anteriormente, estes homens, estuprados por outros homens e/ou mulheres, também são mantenedores da cultura do estupro. E essas mulheres estupradoras, inclusive de outras mulheres, não o são, pois são vítimas de tal cultura.
Um pouco ilógico, não?

A seguir o autor conta de suas táticas para se mostrar um homem amigável e inofensivo, afim de não deixar incomodada uma mulher que esteja próxima a ele, além de falar um pouco sobre a situação social da mulher (a mulher vítima, nesse caso, não a agressora).
Encontramos um ponto de acordo meu com o autor, e essa concordância se estende até os tópicos do que fazer sobre a cultura do estupro, ainda no plano ideológico.
A maior discordância vêm agora, nas recomendações de ação caso se depare com uma situação opressiva.

"Homens podem confrontar outros homens"
Ué? Mulheres não?
Nesse tópico o autor diminui a mulher e a trata como figura indefesa. Ela é tão vítima que precisa de um homem para ajudá-la a confrontar outro homem.
E quando ele cita o casal gay, ele também gera uma situação machista pois presume que um dos lados seja fraco e eventualmente precise reforço.
Novamente, se for uma mulher agredindo um homem? Não é uma situação igualmente merecedora de apoio?
Nenhum confronto é bom, seja entre casal, seja entre amigos, seja entre desconhecidos.
Uma das coisas que sempre depôs contra o Feminismo pra mim é o fato de que, desde o seu nome, o feminismo fala da luta das mulheres pelo seu direito de igualdade. Mas numa sociedade machista que muitas vezes desconsidera o indivíduo (homem) negro ou gay, por exemplo, como outro ser humano, que dirá das mulheres negras? Que dirá dos gays negros? Que dirá das mulheres pobres? Que dirá dos homens afeminados?
O conceito que eu nunca vi posto nos argumentos feministas (salvo quando ditos por pessoas muito mais cientes da vasta realidade e variedade humana) é o de que pessoas são pessoas, e (com o perdão da expressão) foda-se se são mulheres, homens crianças ou qualquer outro.
Pessoas são pessoas.

Seguindo em frente.
"Homens podem corrigir outros homens"
Com esse título e a argumentação dada de novo o autor inferioriza a mulher, dá a entender que uma mulher não é capaz de corrigir a postura de um homem, pois ela é fraca e indefesa.

"Homens podem mandar outros homens calarem a boca"
E igualmente as mulheres.
Uma conhecida minha estava num ponto de ônibus certa vez, sozinha, e um homem lhe passou a mão na bunda.  A reação dela não foi outra se não se virar e socar o agressor até parar com dor na mão.
Ela se defendeu absolutamente sozinha e deixou seu agressor atordoado.
Esse homem com certeza pensou duas vezes na próxima tentativa de estupro.
Mulheres e outras vítimas de violência só estarão seguras quando se puserem ao nível do agressor e reagirem à agressão.
Não precisa ser violência física, pode ser processo, violência verbal, ameaça, o importante é conhecer as suas "armas" e saber usá-las.
Não só precisamos educar os homens (ou outros agressores possíveis) a respeitar a mulher (ou outra vítima possível). É preciso também ensinar a vítima a se defender e conscientizá-la de sua capacidade defensiva.

Agora ao final do texto o autor finalmente defendeu a idéia que ele deveria estar defendendo desde o início.
"Não se limite a ser um homem. Seja uma pessoa íntegra. Seja um ser humano."
Essa, acima, é a mensagem que o Feminismo deveria passar, a começar por uma outra nomenclatura e a aliança com outros movimentos por minorias, como o movimento LGBT (que em si também precisa abraçar a causa de outros grupos sexuais não identificados na sigla) e os movimentos raciais.
Por exemplo.
Haverão outros movimentos de minorias surgindo e esse grande movimento maior (quer preza pela igualdade entre os seres humanos para os seres humanos) deve abraçá-los, pois são todos humanos.

P.S.: Pra quem não sabe, eu tenho uma birrinha com o Feminismo. Concordo com sua idéia geral proposta, mas vejo que há muita discriminação dentro do próprio feminismo com outras causas sociais.
Sendo um movimento que se afirma a igualdade entre as pessoas, eu considero no mínimo contraditório que o movimento fale tanto em cultura do estupro e patriarcado, como se o estupro fosse a única consequência da violência de gênero e o machismo não agredisse também uma parcela de homens que não se enquadram no esteriótipo de "macho".
Vale lembrar que toda essa construção teórica foi elaborada por mim, com base no que eu sei, vi e ouvi. Se você sabe algo que pode melhorar a minha visão sobre o tema, você DEVE me deixar um comentário explicando a coisa do seu ponto de vista.
Obrigado pela leitura :)

domingo, 16 de novembro de 2014

Desculpa, não vou ser hipócrita e te desejar tudo de bom
Se não for pra ser do meu lado eu quero mais é que você morra

Viver Em Paz - Irvin ♪


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Nota [quase] desnecessária:
Eu colocava as letras em detalhes das músicas e tal, mas meio que percebi que o som é muito mais importante que o argumento. Fora que dá um trabalho dos infernos escrever a letra do jeito que eu faço. Então eu vou me economizar esse trabalho a partir de hoje.
Se eu achar que vale muito a pena eu faço, mas não conte com isso é o que quero dizer.
Estou definhando
Afogando no silêncio e na solidão
Suas palavras só não me doem mais porque nunca existiram
Elas doem por nunca terem existido

Se antes eu cantava, jogava e desenhava
Agora eu já não posso nada além de me entorpecer
Foi o modo que encontrei de me enclausurar em mim
Pra poder refletir sobre o que me aflige e me consome

E o meu ser, que grita em desespero
Pedindo por uma pausa
Pedindo avidamente por um piscar de olhos para o infinito
Um fechar sem abrir de meus olhos

Se morresse de uma forma doce assim não acharia triste
Estaria apenas livre dessa dor mundana
Estaria um passo mais perto de Deus

sábado, 15 de novembro de 2014

E lembrar que tantos pensamentos geniais e libertadores se foram com a noite conforme chegava a sobriedade.
Eu estou triste
Estou solitário
E quero me enganar com as ilusões de outras pessoas

Mesmo que eu esteja muito além disso

Eu estou triste
Pela consciência que me foi dada hoje
E pelas direções em que apontam minhas conclusões

É como se tivesse a ciência de Deus

Hoje eu me fiz Deus
Me vi entre o Céu e o Inferno
Neutro que estava de tudo que me ofereceriam

"A vida tem de prosseguir"

Sou uma confusão de pensamentos não concluídos
Uma tempestade de idéias
Penso sobre muitas coisas ao mesmo tempo

E concluo que tal racionalidade vem da falta de amor

Me tornei frio e autônomo pra não sofrer de solidão

Me sinto triste depois de tudo

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Miojo com cebola e hambúrguer

Se o título tivesse parado na cebola você provavelmente acharia um pouco menos indigesto.
Bom, o fato é que a minha receita de hoje é essa e aí vai o passo a passo (eu anotei exatamente como fiz, então se vc achar que algo é demais, faça como preferir :D ):

  • 2 miojos
  • 5 fatias de cebola
  • 2 hambúrgueres
Pique a cebola e frite ela (de novo eu esqueci o nome dessa ação).
Agora, você esperava fritar o hambúrguer né? pois é :T
Esquente o hambúrguer no microondas por 50 segundos, depois amasse ele com um garfo.
Quando a água ferver, jogue os miojos e o hambúrguer na água.
Quando o miojo estiver pronto é só temperar e pronto :D

Receita mais fácil que escrevi no blog haushuashuas

Detalhe importante: eu não provei ainda, vamos ver se é bom:

HUM. É meio estranho, mas pra quem pretendia comer miojo até que tá interessante :T

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Sobre a dificuldade de sair e me divertir

Está acontecendo uma festa
Festa na rua, como há poucas em PelCity
Eu sempre fui um menino rueiro, mas essa festa não me inspira vontade exatamente
Por ser um evento incomum na cidade tenho vontade de estar lá
Mas muito mais pelo evento raro do quê pela vontade de fato
Estou em casa num duelo interno se vou ou não
As pessoas que posso encontrar não inspiram muita vontade
O dia que estou não inspira rolês
Tenho responsabilidades a cumprir

Há algum tempo eu procurava um dia para fazer uma irresponsabilidade a fim de não
perder a juventude
E por isso fico pensando se esse era o momento que eu queria
Mas ainda que pense assim, não me sinto motivado a ir

Vou ficar em casa mesmo
A inércia venceu

Outro motivo pra minha desmotivação é a falta de companhia
Os amigos que tinha estão numa vibe diferenciada
Estamos em climas diferentes e eu estou realmente mais caseiro

Bom
Ficarei em casa
Só não posso deixar que isso me prenda à solidão

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

sobre TV, Internet e jornal impresso

Depois de tanto tempo sem falar nada sobre mim, eu vim aqui escrever um pouco sobre uma coisa que reparei...
Aqui em casa, finalmente conseguimos uma TV, portanto finalmente pude desfrutar da TV a cabo que pagamos.
Por conta disto, quando estou ligeiramente entediado e não com o computador à mão, eu vejo TV. E só aí percebi o efeito hipnótico que a TV tem sobre os nossos olhos.
Pra mim, que tenho um cansaço constante e sofro com poder da inércia, ter o controle da TV ao alcance da mão e ficar largado no sofá assistindo algo que me interessa, ou mesmo algo que não interessa, é extremamente relaxante.
É viciante a sensação de morgar por tempo indeterminado diante da TV sem fazer esforço nenhum ou muito pouco.
Claro que eu faço isso na Internet, mas aí que tá! Diante do computador se faz mais esforço. As coisas acontecem em resposta a um comando dado.
Pra me mostrar o que eu quero, o computador exige um comando pré-estabelecido na sua programação. O computador pára quando não há comandos a obedecer.
A TV não, ela só recebe um sinal independentemente da sua vontade. Basta estar ligada.
Nesse aspecto, a Internet seria inclusive mais alienante que a TV, pois as informações na tela do computador rodam segundo o seu interesse e o seu comando, já a TV conta com uma grade que nem sempre vai agradar o seu gosto. A única coisa que a faria parar de transmitir as imagens seria desligá-la.
Apesar disso, a TV é igualmente alienante. Mesmo que não haja controle sobre a programação, esta é direcionada a coisas que (de fato) pouco mudam a realidade de quem assiste. Uma pesquisa na Internet pode gerar uma mudança de hábitos, costumes e pensamentos, mas um programa de TV tem pouquíssima influência na mudança de comportamento do indivíduo, pelo menos da forma como ela é feita.
Eu justificaria este último ponto na quantidade de esforço para acessar a informação.
Ainda que com esforço mínimo, o usuário/espectador procura o que vê na Rede, vai atrás, Enquanto o espectador televisivo, no máximo, vê a grade de programas e aperta uns quatro ou cinco botões, para depois voltar ao estado de torpor e semiconsciência.

Relendo meu texto, concluo um silogismo:
O jornal escrito é a mais informativa e menos alienante destas mídias, pelo simples fato de que ele não se põe diante do leitor.
O leitor, de alguma forma, o compra, paga, leva para um lugar onde sua leitura seja confortável e o lê.
São muitos passos para se atingir uma informação comparado aos meios modernos. O jornal traz o ritmo de seu tempo, e é esse ritmo que faz o valor da informação.
O bom leitor, só precisaria filtrar as notícias que sejam mais interessantes e refletir sobre elas.
Que coisa louca...
Mas são só pensamentos jogados na nuvem :)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

terça-feira, 7 de outubro de 2014

sobre o espaço individual e o social

Acredito que parte do processo de amadurecimento de alguém está nas confusões internas dessa pessoa.

Falando de mim, vejo isso na minha relação com namorada e espaço pessoal/íntimo.
Meu espaço íntimo é meu quarto, é um lugar que quero exclusivamente pra mim.
Gosto de compartilhá-lo, mas de uma forma mais casual, não com tanta frequência.

E minha namorada, por ser uma pessoa muito presente e carente.
Ou melhor, por ser carente, se faz muito presente.
Eu gosto disso, gosto de estar com ela. Só queria que às vezes não tivesse de escolher entre estar com ela ou comigo.
Como se quando eu quisesse ficar sozinho ela simplesmente tomasse distância e me deixasse no meu espaço.

Claro que não é tão simples assim e eu também posso pedir à ela que me dê um tempinho pra ficar comigo.
Mas daí tenho medo de acabar me isolando por inércia...

Como sou um indivíduo muito autossuficiente em termos de companhia, temo que eu acabe inconvenientemente sozinho.
Como se na vontade de passar mais tempo comigo eu acabasse capturado por mim e preso ao meu sequestrador.

É quase uma síndrome de Estocolmo...

Bom, sinto que a chave está no equilíbrio entre as coisas, claro
Nem tão só, nem tão acompanhado.
Vou investir nisso e tentar melhorar minha postura.
Já fui uma pessoa muito resolvida quanto às companhias e momentos de solidão, só tenho que achar o ponto de equilíbrio de novo.

E aí várias coisas vem naturalmente pra mim, como a consciência do meu ser e das minhas emoções. Que é algo que tenho reclamado sentir falta há uns dois anos já...

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Escrevi ouvindo:
Djavan - Um Dia Frio
Djavan - Eu Te Devoro

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Oi (89)

Sassinhóra, como faz tempo que eu não passo aqui :(
Dá até uma vergonhinha pensar que eu não venho no meu próprio blog há tanto tempo
Bom, aqui estou...
Passei correndo só pra dizer que  vida tá uma correria doida e eu tenho morgado nos tempos ociosos
Digo que tenho morgado porque pra postar no blog eu preciso tempo ocioso que possa ser dedicado ao blog
Pra quem não sabe, eu considero meu blog como um trabalho, ainda que não gere lucro nenhum
É como um trabalho espiritual de aproximação comigo mesmo :)
Eu até me culpo por não postar regularmente, porque acredito que essa ausência de posts reflita uma desconexão dos eu's que me compõe.
Pior que o blog não é a única coisa que eu não faço tanto quanto gostaria haha
Na verdade, eu tenho feito pouco do que eu realmente gostaria de fazer, mas acho que faz parte da vida essa ausência de tempo...
Admito que eu gostaria de me tronar adulto sem esse abandono característico das paixões da infância/adolescência.
Pensando nisso, concluo que ou sou adolescente muito tarde ou a juventude é uma fase de transição muito mais marcante pra mim haha
Bom, agora me despeço porque ainda tenho um monte de coisas pra fazer
Até mais

domingo, 31 de agosto de 2014

Whatever - avisos rápidos (ou não) e umboxing de um grapefruit


Primeiro sobre o aviso:
Se vc assistiu o vídeo e não entendeu o que eu quis dizer, aí veio na descrição do vídeo e não tinha nada estrio, então é porque eu realmente não falei nada com nada :(
Por via das dúvidas é sempre bom dar uma lida xD
E segundo, sobre o grapefruit:
provavelmente o que ue comi estava um pouco verde ainda, um amigo meu disse que é beeem doce :T então o meu tava bugado, olha só que sorte...
é isso, até a próxima ;D

sábado, 30 de agosto de 2014

"A que ponto chega o ser humano"

Hoje em dado momento recebi dois vídeos na minha timeline do Facebook. O primeiro era um abate de um grupo de camelos (para culinária, imagino). O segundo era uma exposição gratuita da intimidade de um casal, uma moça de uns quarenta anos, gorda, fazendo uma dança sensual para o cinegrafista que deve ser seu parceiro.
A afirmação em aspas no título deste post faz referência à descrição do segundo vídeo. Engraçado, levando em conta que o que me faz pensar sobre a frieza do ser humano e até a sua crueldade é o conteúdo do primeiro.
Sou forçado a pensar que há maneiras menos frias e sofridas de abater um animal (não é isso que está em questão, mas só para conhecimento de causa o abate destes camelos no vídeo é feito por degola. Os animais tem os seus pescoços degolados e sangram até morrer enquanto se debatem). Ao mesmo tempo, penso na crueldade do ser humano, em um nível bem menor, por expor a intimidade de alguém como uma coisa ridícula.
Ué, somos doutores, senhores e senhoras de respeito, mas entre os nossos íntimos sejamos tão putescos quanto nos for conveniente. Isso não é motivo de risada alheia ou vergonha.
Devíamos é ter vergonha de desconhecermos como se faz o abate dos animais que comemos ou que geram os produtos que consumimos. Não vou ser vegetariano por causa do sistema, mas não vou ser negligente e fingir que isso não me atinge.
No mínimo, devemos conhecer o processo de produção do que consumimos, e pensar maneiras mais interessantes de produzí-lo, é a exigência que devemos fazer com os produtores.
E sobre as coisas ridículas a que se expõe uma senhora, provavelmente mãe?
Deixa ela ser feliz. Sexo é gostoso, se ela quer dançar sensualmente, deixa ela. Fazendo isso ela provavelmente é mais realizada que as pessoas que estão apontando e a chamando de ridícula.

sábado, 23 de agosto de 2014

Oi (88)

Ôe :B
Caralho, faz tipo muito tempo que não posto pra valer haha
Entre outras razões, acho que é porque passei por um hiato na minha produção. Fiquei um bom tempo sem produzir nada em nenhuma plataforma, nem escrito, nem desenhado ou fotografado...
Usei bastante tempo pra pensar, queria me motivar e acho que deu certo :)
Estou com várias idéias, agora falta por em prática haha
Bom, vou nessa
Nos encontramos em breve haha

Não Existe Amor Em SP - Criolo (Cover por: Glória)


Não existe amor em SP
Um labirinto místico
Onde os grafites gritam
Não dá pra descrever
Numa linda frase
De um postal tão doce
Cuidado com doce
São Paulo é um buquê
Buquês são flores mortas
Num lindo arranjo
Arranjo lindo feito pra você
Não existe amor em SP

Os bares estão cheios
De almas tão vazias
A ganância vibra
A vaidade excita
Devolva minha vida e morra afogada em seu próprio mar de
Aqui
Ninguém vai pro céu

NÃO PRECISA MORRER PRA VER DEUS
NÃO PRECISA SOFRER PRA SABER O QUE É MELHOR PRA VOCÊ
ENCONTRO DUAS NUVENS EM CADA ESCOMBRO, EM CADA ESQUINA
ME DÊ UM GOLE DE VIDA
NÃO PRECISA MORRER PRA VER...
DEUS

DEUS...

DEUS...

NÃO PRECISA MORRER PRA VER DEUS

GIVE ME A REASON TO LOVE YOU
GIVE ME A REASON TO BE

NÃO EXISTE AMOR EM SP

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só para referências: a palavra "fé" está em itálico pois a letra original diz "afogada em seu próprio mar de fel". Elliot errou a palavra, imagino, ou mesmo optou por outra similar por alguma razão particular.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Whatever - Vídeo atrasado de duas semanas atrás sobre ser quase assaltado duas vezes :D


foi mal o mega atraso D:
eu gravei esse vídeo na madrugada do dia 19 mas por uma série de ocorrências eu só to conseguindo upar agora haha
em breve, posto mais ;)

domingo, 13 de julho de 2014

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Whatever - 4 anos de canal e eu finalmente reapareci kkk


O canal fez quatro anos no último dia 10 (eeee, todos comemora)
eu só percebi isso quando terminei de editar o vídeo kk

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Oi (87)

Caramba, oi mundo.
Como estão?
Eu estou melhorando.
Parece que enfim as coisas ruins ficaram pra trás e então o sol começa a brilhar na minha vida :)
Ainda que o inverno esteja por vir =/
Mas estou bem.
Agora que moro em uma casa "minha" mesmo e com amigos e namorada as responsabilidades crescem, a percepção da gente sobre a casa muda, sei lá. É outra vida.
Mas tá bem interessante, estou gostando disso.
Bom, só pra atualizar a Internet...
Beijo e abraço

Mistureba

Olá, essa é a segunda receita do blog e eu espero que gostem
Essa foi uma receita que fiz com a namorada (criação conjunta) um dia que tínhamos tudo que se imaginar de ingredientes universitários, mas não sabíamos o que cozinhar.
Então:

  • Carne ou frango ou os dois (por que não? :T - medidas? pff)
  • Seleta de legumes (uma caixinha, uns 200g)
  • Cebola picada a gosto
  • 200g de creme de leite
  • Um pacotinho de molho de tomate (uns 200g acho...)
  • Salsicha picada
  • Calabresa picada
  • Retalhos de frios (presunto e queijo)
  • Um toque de ketchup
Frite a cebola (isso tem um nome, mas eu não lembro)
Com o frango, a carne, os dois, não importa temperados, frite-os na mesma frigideira da cebola.
Quando acabar de fritar a cebola e a carne/frango/whatever deixe-os num prato ao lado e frite a seleta no mesmo óleo (com a intenção de pegar o tempero - sempre faço seleta assim e sempre fica bom).
Seleta pronta, junte todos os ingredientes na frigideira (lembrando que deve ser uma frigideira alta), misture a porra toda e deixe uniforme, vai ficar um molho rosê de todas as coisas que você colocar junto.
É excelente pra comer com macarrão, com arroz, com batata palha, sem acompanhamento nenhum, enfim. É a solução dos problemas universitários. :)
Essas quantidades devem dar pra quatro pessoas, mas se você se empolgar comendo, umas duas pessoas comem sussa (Y)

Batatas cozidas à Cauê

Olá, essa é a primeira receita que vou postar, com certeza não é a última, mas eu não garanto mais que duas aushuashasuh
Eu fiz essa receita com o intuito de agradar minha namorada que estava histérica com trabalhos e tal, então teve todo um capricho kk
Ah, essas receitas que quero postar são muito mais anotações pessoais (eu cozinho de olho) do que receitas propriamente, então perdão pela falta de precisão e comentários paralelos (espero que vocês entendam o que estou falando haha)

Então...
Você vai precisar de:

  • Batatas (eu usei quatro, acho ._. )
  • Presunto (eu usei três fatias)
  • Um bife e meio de carne (a que você preferir - um bife e meio? que medida maldita)
  • Azeitonas fatiadas, sem caroço (nem sei quanto usei ._. )
  • Uma seleta de legumes (usei uma caixinha, deve ter uns 200g - cenoura, ervilha, batata picadas)
  • Queijo (umas quinze fatias dá)
Então... comece cozinhando as batatas porque vai demorar um bucadinho.
Fatie elas como se fosse uma salsicha (Y) fatias entre 0,5cm e 1cm são perfeitas :)
Em seguida tempere a carne e corte ela em pedacinhos bem picados. Frite a carne já numa frigideira alta (uns 5cm deve ser o mínimo), essa vai ser a "forma" da receita...
Fritou a carne? Coloque ela num prato por enquanto, e prepare a seleta de legumes no óleo que usou pra fazer a carne, a idéia é que a seleta pegue o tempero dali.
Ok, agora a seleta leva um tempo considerável fritando e muito provavelmente a batata ainda não está pronta. Se você não manjar muito de cuidar de duas coisas ao mesmo tempo, talvez seja melhor fazer cada uma de uma vez :T a batata ainda vai ao fogo mais uma vez, então não tem problema ficar fria.
Bom, quando a seleta estiver no jeito pode desligar o fogo dela (Deus queira que você saiba quando for a hora uahsusah), a batata ainda não deve estar pronta (pelo menos não pelas minhas contas). O ponto da batata é quando ela estiver bem macia, mas não cremosa, você não quer que ela vire um purê :T
Bom, batata pronta, misture a azeitona e a carne na seleta, deixe tudo bem misturadinho e cubra com uma camada de queijo. Então uma de batata, outra de queijo, outra de batata, presunto e queijo. Leve ao fogo só pra derreter o queijo (talvez o forno seja uma idéia mais sensata pra fazer isso, mas eu fiz no fogão mesmo e não deu errado, espero que pra você também dê certo :) )
Então tudo certo, é isso. Vai parecer uma torta e fica bem gostoso :)
Essa receita deve dar pra umas três pessoas que comam bastante, eu fiz uma refeição com a namorada e sobrou o suficiente pra outra (dois casais, aí, quem curte, pode ser bem legal uasuhas)

Eu fiz essa pra minha namorada, como já expliquei, servi com arroz branco normal, e tomamos vinho com Coca pra acompanhar, foi bem legal :)
Espero ter dado uma idéia interessate de almoço/janta haha

Lembrando que eu to falando que fiz com uma idéia de casal e tal, mas deve ser massa fazer com amigos também e servir com um refri maroto auhsuahs
Pode ser também que uma batata palha pra acompanhar fique dahora, mas acho que são muitas batatas já uahsushuhsauu

quarta-feira, 4 de junho de 2014

O ruim de Romero Britto

Noutro dia numa aula da faculdade estávamos discutindo arte boa e ruim e em determinado momento um colega questionou à turma o que havia de tão ruim em Romero Britto. Ele (o colega) particularmente não gostava de Romero Britto, mas não entendia o repúdio que as pessoas demonstravam perante sua obra, e afirmava que para alguém tal obra seja boa, ainda que pobre.
Na minha condição de acadêmico das artes me vejo forçado a concordar com o colega. Ainda que pobre, a arte de Romero Britto com certeza é agradável aos olhos de algum espectador. Mas refletindo sobre a situação (e expondo minha reflexão sem nenhuma pesquisa prévia, apenas de cabeça mesmo) em um momento posterior me veio à mente que o ruim de Britto está no fato de que este é um artista brasileiro muito visto no exterior e que é relevante para a visão que os estrangeiros têm de nós.
Da mesma forma que ficamos enraivecidos quando um estrangeiro faz entender que no Brasil não há civilização (conceito que agora está ultrapassado - ainda bem) e que não há nada aqui além de futebol e carnaval, entendo que a desaprovação em Romero Britto se dê ao fato de que este artista reflete uma condição festiva, alegre e repetitiva que não condiz com a nossa realidade. Temos um artista "porta-voz" da nossa cultura que não passa de um desenhista meia-boca e de um só estilo.
Britto é uma decepção artística por seu estilo ser repetitivo até enjoar, por suas cores serem tão falsamente festivas que acabam virando um grande borrão de cinza aos olhos que já apreciaram sua obra uma ou duas vezes.
A primeira vez que vi um Romero Britto achei um desenho bonito, interessante e divertido. Isso foi há mais de dez anos e de lá até aqui não vi uma mudança sequer em sua obra. Britto é um artista que não avança, não retrocede e não muda em nenhum aspecto. Britto vende compulsivamente em todo tipo de produto que pode ser estampado uma imagem congelada há pelo menos uma década.
Essa é a razão do repúdio a Romero Britto. Temos um repúdio por uma obra parada no tempo e explorada à exaustão pela indústria para vender produtos repetitivamente coloridos e sem graça.
Sem falar na comparação esdrúxula com Picasso. Eu não aprecio a obra de Picasso além do valor argumentativo e acho tal comparação uma ofensa grave.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Thaís

Num dia normal numa tarde normal, eu estava sentado normalmente no sofá de minha sala contemplando a vida passar pelo ar parado e monótono. Nem uma mosca zumbia de maneira diferente da esperada, quando de repente (e pra minha surpresa, devo dizer) a campainha tocou.
Eu moro sozinho e sou uma pessoa normal. Ok, não saio muito de casa e meus amigos não vêm pra jantar, mas sou uma pessoa normal.
Bem, devo ter deixado entender que não recebo muitas visitas, então o fato de a campainha ter tocado às 3 da tarde de um dia completamente normal me intrigou.
Atendi a porta. Foi engano. Um homem de uns trinta ou quase procurando uma tal Thaís...
Mas quem diabos é Thaís?
Será que ele conhece essa menina, ou só está procurando ela pra fazer alguma maldade?
E que espécie de maldade um cara assim pode ter com uma menina?
Meu Deus, devo ser o único que pensou isso. E portanto sou o único que pode ajudá-la... Mas como vou fazer isso discretamente?
Pensei nos arredores, sou vizinho de um centro de umbanda e de uma casa que nunca vi nenhum dos moradores, atrás de minha casa fica outra, que também nunca tive nenhum tipo de contato com os moradores e na frente tem um prédio...
Esse prédio deve ser o lugar, mas em que apartamento mora a Thaís?
Tocar o interfone dos apartamentos um a um até achar a dita cuja vai chamar atenção, e não sei se o homem foi de fato embora ou se está de olho na vizinhança.
Mas se ele vai matá-la, tem de achá-la primeiro. Acho que posso sair e tentar seguí-lo, aí ele mesmo vai me levar à ela e no momento certo vou poder desfazer seu plano maligno.
Saí de casa. Não de pijama, mas com uma camisa bem velha que eu já estava usando.
Procurei em volta e o homem não estava por perto. Me arrisquei a ir até a esquina, mas ele também não estava visível. Dei a volta e fui à esquina do outro lado, ele também não estava. Não havia mais pistas para chegar à Thaís, me vi perdido, encurralado em um beco sem saída.
Acabei voltando pra casa, talvez o homem volte procurando a menina por...
Espera...
E se eu sou a vítima e esse era só um plano para se certificar de que eu more mesmo na minha casa?
Voltei pra casa e tranquei todas as portas e janelas. não quero nunca mais por os pés pra fora.

domingo, 1 de junho de 2014

Nota de rodapé

Quando eu era menor eu não esboçava a menor vontade de abrir um sorriso se estivesse bravo ou triste. E achava que ia poder levar esse comportamento pra frente.
Pois é, não dá. Eu não posso estar bravo quando estou bravo. A convivência com as pessoas que estiverem comigo naquele momento vai me exigir que eu pelo menos finja não estar tão bravo como estou de fato.
O que é uma merda...
Quando você está bravo e alguém te faz rir é chato, incômodo, mas beleza, alguém te roubou um sorriso. Quanto você tem que fingir que está bem, quando na verdade não está, você (ou a sociedade, culpe quem você preferir...) está se roubando o direito de não estar bem. É quase uma norma de convivência.
Por causa dessa "norma" a gente raríssimas vezes responde negativamente quando alguém pergunta se está tudo bem.
Se é bom ou se é ruim não importa. Vai haver momentos em que mentir que está bem fará bem. E vai haver momentos em que essa mentirinha não vai fazer bem, pelo contrário, pode até piorar a sensação de angústia.
"Vim de Plutão. Fica tão longe da Terra que não consigo me identificar com as pessoas daqui"
gotta be srong
gotta pretend I'm fine
gotta be someone besides me
gotta be good