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domingo, 3 de julho de 2022
sábado, 3 de agosto de 2019
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Janeiro de 2018
em algum momento na edição eu desisti dele, e agora eu achei que podia fazer algo com os arquivos dele.
eu não gosto desse vídeo, mas sinto que devo postar, então aí está...
A música que eu usei no vídeo (com algumas modificações) é Lonely Party, do trio brasileiro de eletrônica Dolphinkids, do seu álbum Bluebird (2016). o grupo está no Spotify e eu recomendo muito que você os prestigie.
quarta-feira, 14 de março de 2018
Cauê no PC no TCC
Eu sabia que se tivesse que falar algo na apresentação do TCC, eu ia engasgar e morrer. Então eu fiz um vídeo!
Músicas de fundo (na ordem que aparecem): Unanswered; The Price Of Beauty; Bludgeoned To Death; Eyes Sewn Shut - Suicide Silente. Todos os direitos reservados, obviamente.
domingo, 18 de junho de 2017
sábado, 1 de outubro de 2016
sábado, 21 de março de 2015
Young Jack to Neil deGrasse Tyson: What's the Meaning of Life? (Legendado PT-BR)
Traduzido, legendado e reenquadrado por mim.
sexta-feira, 20 de março de 2015
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Post Inútil do dia: lista de pontos positivos e negativos do Plurk
pontos positivos
pontos negativos
- apertar Enter/Return é o suficiente pra enviar uma mensagem
- não há necessidade de clicar nenhuma tecla para continuar plurkando
- ponto pro emoticon do gatinho (completamente useless, mas é fofo uahsuashuas )
- comando editar em plurks enviado
pontos negativos
- interface ruim (preferência particular)
- quero ver só o meu feed de amigos e ainda não descobri como (faz no mínimo dez minutos que entrei)
- muitos ads, de maneira poluída
- timeline confusa
- por ausência de pessoas do meu interesse pra seguir a diversão acabou a primeira meia hora (isso é uma questão de mainstreanice, os blogueiros e gente "famosa" da web usa o twitter e o meu acesso a eles é muito facilitado)
- sistema de ganhos conforme o uso do aplicativo
- pop ups demais
Isso aqui é só uma primeira impressão/comparação com o Twitter, porque considero os dois muito parecidos. Mas a minha intimidade maior ainda é com o Twitter mesmo <3 p="">Quem sabe um dia eu goste do Plurk? :)3>
quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Só pra não deixar passar
http://www.naosalvo.com.br/concluido-desafio-aceito-23-tubby-o-app-proibido-que-nunca-existiu/
Obrigado, galera, até a próxima (Y)
Obrigado, galera, até a próxima (Y)
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Notícia triste
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/12/morre-nelson-mandela-icone-da-luta-pela-igualdade-racial.html
:'(
Tenho medo de que a morte do Mandela de alguma forma apague a pouca esperança que tenho
Espero que mais gente saiba sobre esse senhor
E que mais gente siga o seu exemplo
Pode parecer besteira, mas ontem de manhã eu fui pra aula todo de preto
Uma coisa relativamente rara pra mim
No caminho pensei que devia parecer que eu estava de luto
Pressentimento ou coincidência, tanto faz
Fiquei realmente triste
Minha homenagem a esse senhor no dia de hoje é esta música
terça-feira, 26 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Conheça a indústria do sexo no Japão e espante-se com ela
As histórias que você vai ver a seguir são muito bizarras. E completamente reais
Sexta-feira, dia de sair com os amigos, com o namorado, namorada, marido, esposa, noivo, noiva e por aí vai, afinal, estamos acostumados com a ideia de pessoas ao nosso lado e de relacionamentos com outros seres humanos.
No Japão, porém, essa coisa de relacionamento não faz mais sucesso, e a onda agora é cada um na sua, com poucos amigos e nenhum tipo de relacionamento afetivo ou amoroso. Mentira. A afetividade ainda existe e faz parte da vida de muita gente por lá, mas de uma maneira um pouco diferente.
Os dados que vamos compartilhar com você agora foram extraídos de um vídeo produzido pelo Vice, que enviou Ryan Duffy para fazer um tour bem interessante por Tóquio, descobrindo bizarrices comportamentais, afetivas e sexuais que talvez deixem você um pouco espantado.
Estatísticas
Vamos por partes. O que você precisa saber, em primeiro lugar, é que os japoneses estão passando por uma fase de exílio sentimental. Ninguém quer namorar por lá, não. Só para você ter ideia, entre as mulheres de 18 a 34 anos, 50% estão solteiras – quanto aos homens, nessa mesma faixa de idade, o número sobe para mais de 60%.
Por causa dessa falta de relacionamentos, a quantidade de pessoas jovens é menor do que o número de idosos – 13,5% é o total de pessoas com 15 anos ou menos, enquanto 23,9% é o número de idosos com 65 anos ou mais.
A porcentagem de morte a cada mil pessoas é de 9,13%, e a de nascimento, dentro da mesma quantidade de indivíduos, é de 8,39%. Ou seja: no Japão morrem mais pessoas do que nascem, o que significa que até o final deste século a população pode ser reduzida à metade. O Japão é um país que vende mais fralda para adultos do que para crianças.
Preferência Nacional
Todas as mulheres entrevistadas por Duffy afirmaram que preferem ficar solteiras e que acreditam que relacionamentos estragam tudo, inclusive a vida profissional. Uma delas afirma, inclusive, que entre amor e profissão, a segunda opção vence.
Os homens, por sua vez, ficam intimidados diante das mulheres e acabam recorrendo a alternativas como cibernamoradas. Um deles explica sua situação a Duffy dizendo que não tem namorada e que gosta de gastar seu dinheiro com jogos, brinquedos e afins.
Um dos homens explica que o Japão é uma sociedade na qual o ato de se reunir com outras pessoas é estranho e que o dinheiro é usado para resolver esses problemas de comunicação. Pois é. O fato é que no Japão alguns serviços bizarros existem para encurtar a distância entre as pessoas – você já vai conhecer alguns desses serviços.
Tem de tudo
Tanto homens quanto mulheres têm o costume de satisfazer suas necessidades sexuais com os infinitos itens disponíveis para isso – desde acessórios até bonecas e aplicativos. O lado afetivo fica a critério de alguns estabelecimentos que disponibilizam homens e mulheres para interagir com os clientes.
Esses homens ou essas mulheres são chamadas de “anfitriões”, e suas funções consistem em dar atenção aos clientes, trocando olhares e conversas. O sexo, porém, não é permitido – e não é isso o que os clientes buscam nesses lugares, então não há problema. Uma hora na companhia de um anfitrião custa US$ 100.
Mayo, cliente de uma casa de anfitriões, explicou que tem mais conhecidos do que amigos e que nesses lugares ela paga para ter companhia para beber. Perguntada sobre o desejo de ter filhos e se casar, a resposta é negativa.
Para todos
As casas de anfitriãs, voltadas ao público masculino, também atraem grande número de visitantes – há mais de 200 desses estabelecimentos só em Tóquio. Uma das anfitriãs contou que praticamente todos os seus clientes são homens jovens que não namoram.
Mas, se você estiver no Japão e não for do tipo que vai a clubes de anfitriões, fique tranquilo. Há muitos serviços disponíveis por lá quando o assunto é sexo e afetividade. Se você for um grande fã de mangás, por exemplo, por US$ 70 consegue a companhia de alguém vestido como seu mangá favorito durante uma hora. Que tal?
Há quem tenha vontade de apenas deitar-se ao lado de alguém. Tudo bem. Algumas casas oferecem esse serviço. O cliente deita ao lado de um(a) funcionário(a) e escolhe o que vai querer: cafuné, olho no olho, deitar sobre o braço do outro ou pedir para que o funcionário retire a cera de seu ouvido. Eca! O serviço custa US$ 80 a hora.
Enquanto Duffy experimentava a sensação bizarra de deitar-se ao lado de uma completa desconhecida, ele perguntou a ela qual era a sua opinião sobre relacionamentos, ao que a jovem japonesa respondeu que não gosta nem mesmo de ver pessoas demonstrando afeto em público.
Cereja do bolo
A última tarefa de Duffy foi um encontro com algumas pessoas poderosas que vivem fora da lei. Aparentemente, eles são quem sabem tudo a respeito da verdadeira indústria do sexo no Japão. Encontrando-se com os criminosos da Yakuza, ele precisou beber sangue de tartaruga como prova de lealdade e também como "estimulante" para os atos que aconteceriam adiante.
Logo em seguida, foi encaminhado a um hotel, sem ter a mínima ideia do que aconteceria. Chegando lá, ele se deparou com seu último e mais bizarro tour sexual japonês: os fetiches das pessoas de olhinhos puxados. Duffy foi amarrado e apanhou de uma japonesa, que terminou o ritual de maneira completamente nojenta: defecou e comeu as próprias fezes!
Se você quiser conferir o tour de Duffy e acompanhar visualmente as histórias que acabamos de contar para você, assista ao vídeo aqui – ele está sem legenda, mas depois de tudo o que você leu até agora, nem precisa, não é mesmo?
Fonte:
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Que porra bizarra ._.
E daí só piora (Y)
André-Jacques Garnerin fez o primeiro salto de paraquedas há 216 anos
André-Jacques Garnerin realizou o primeiro salto de paraquedas em 1797
Em 22 de outubro de 1797, André-Jacques Garnerin, então com 28 anos, pulou de um balão em pleno movimento a mais de 900 metros de altura com nada para prevenir sua queda além de um tecido de seda com sete metros de comprimento. Um salto para a morte? Não. Era a invenção do paraquedas, naquela época ainda parecido com um guarda-chuva gigante. O primeiro salto de paraquedas da história foi realizado no Parc Monceau, em Paris, e passados 216 anos se tornou um esporte – e um hobby – para entusiastas de todo o mundo.
Ao atingir a altura esperada, o engenheiro francês cortou a corda que prendia o balão à sua cesta, automaticamente abrindo o paraquedas. Isso fez com que André-Jacques Garnerin caísse em direção ao chão ainda dentro da cesta, com nada além daquele pano de seda entre ele, o céu e a terra. O paraquedas se mostrou capaz de reduzir a velocidade do salto e permitir uma aterrissagem segura – apesar de seu inventor ter enfrentado problemas para voltar ao solo. Os princípios básicos dessa invenção permanecem inalterados até hoje.
O primeiro salto de paraquedas foi, portanto, feito dentro de uma gôndola, enquanto o balão que a segurava continuou subindo pelos céus. E a descida não foi nada tranquila. A cesta balançou violentamente enquanto seguia seu caminho esperado, na tentativa de voltar à terra. A aterrissagem foi turbulenta, e o objeto ficou muito danificado. Ainda assim, Garnerin foi capaz de provar que sua ideia funcionava, e conseguiu pousar sem ferimentos.
Depois do salto, o francês – um entusiasta do balonismo, da aviação e do paraquedismo – recebeu o título de "aeronauta oficial da França". Ele se tornou uma figura reconhecida internacionalmente após o feito. Junto com sua mulher, Jeanne Genevieve Labrosse (também uma balonista, e a primeira paraquedista da história), participou de voos em países como a Inglaterra no início do século 19. André-Jacques Garnerin morreu aos 54 anos em Paris, no dia 18 de agosto de 1823, enquanto trabalhava na criação de mais um balão.
http://noticias.terra.com.br/educacao/voce-sabia/andre-jacques-garnerin-fez-o-primeiro-salto-de-paraquedas-ha-216-anos,fb84d64da1fd1410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html
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