sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Whatever - lapso de bom humor


Beijo, Lori, que me mandou mensagens no Whatsapp, e pra Marília, que não estava dormindo

Cauê no PC #01 | WannaCry


Claramente, esse vídeo era pra ter saído ontem, mas como eu gravei ele no impulso ontem mesmo, e essa edição demora, não deu pra fazer o upload a tempo :/
Curte aí, e é nóis!

Eu também queria fazer uma thumbnail, mas eu não to com tempo, então vai assim mesmo

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Whatever - breve conversa com a Gi


Essa foi uma conversa mais travada do que eu esperava, principalmente porque eu estava muito tenso. O bom é que a gente tocou nuns pontos legais uahsuahs

A "colinha" que eu fiquei falando é o seguinte: quando eu tive a ideia de fazer essas ~entrevistas~ (acho que conversa realmente é mais apropriado), eu anotei algumas perguntas que tinham o tom que eu queria dar pra conversa e de onde eu poderia partir pra começar um assunto. Por causa da travação da conversa eu tive que recorrer quase exclusivamente à colinha, mas faz parte :)

Contratem a Gi, ela é muito boa (tanto como pessoa, quanto como profissional), instagram dela: http://www.instagram.com/tchaugi_art/

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Whatever - sentimentos demais


E... a bateria acabou... S H O W !
("relações que eu construo" eu quis dizer logo antes de a câmera cortar)

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Whatever - sono cagado


O dia em Marte tem duração de 1 dia na terra, mais 40 minutos. Só de curiosidade.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Whatever - pessoas são complicadas (leia descrição)


É claro que eu não falei sério quando falei sobre TOC, só pra deixar dito.

Quero deixar claro também que eu não estou (ou pelo menos não quis) isentar a Melanie Martinez da merda que fez. o objetivo do vídeo é falar sobre a necessidade de ter cautela sobre as coisas que ouvimos/lemos!

Quando digo que "só há relatos e dúvidas", é no sentido de que não se deve prontamente aceitar um relato como verdade (assim como não se deve presumir que ele seja falso). A coisa é que, às vezes, a gente simplesmente não sabe qual é a verdade, como eu disse mais pra frente.

Aí eu dei o exemplo do Michael Jackson, sobre o qual eu não havia lido direito, mas toma links:
https://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2005/06/13/ult1807u17580.jhtm
http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,michael-jackson-e-absolvido-de-todas-as-acusacoes,20050613p4266
http://www.e-farsas.com/encontraram-fotos-de-pedofilia-na-casa-de-michael-jackson.html

Claro, o júri pode ter sido comprado, afinal o Michael Jackson era um cara rico, poderoso e influente. Mas não há provas disso e eu não posso julgar uma pessoa baseado em especulação. Então o mais honesto é admitir que eu não sei a verdade.

Logo depois eu me isentei de julgar esses casos (sem citar nenhum específico), mas eu quis me referir a casos que não são comprováveis ou ainda não foram comprovados.
Eu até posso julgar as informações que tenho, mas tenho que estar ciente de que posso ter me enganado no meu julgamento.

Adendo: a Melanie Martinez continua sendo uma pessoa e, principalmente, continua sendo uma mulher (cis) nascida e criada numa sociedade estruturalmente machista. Apesar de (ao que tudo indica até agora) ter estuprado outra mulher, ela continua vítima do machismo.

Outro adendo: esse texto muito bom da Tayná Leite, que é de 2016, mas também fala um pouco sobre a nossa ansiedade em tomar lados e escolher heróis e vilões
http://azmina.com.br/2016/03/nao-estamos-buscando-solucoes-politicas-mas-herois-e-mocinhos/

Sem mais.

Whatever - reflexões aleatórias


Nada a acrescentar haha

sábado, 25 de novembro de 2017

tanto sentimento
muita lógica
sem sentido
sem propósito
perdido
desligado
vítima de si
da própria completude
tão unida
incompreensível
em meandros
dúvidas
e mais

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

contemple o silêncio abatido que vem depois da tempestade

sobre crescer, eu acho

sempre mil coisas que eu queria dizer
mas eu fico mudo quando tento
viver é tão complexo que não pode ser expresso
como o monstro de Lovecraft
é terrível de tão incompreensível
e leva à loucura

mas as coisas são observáveis em pequenas partes
se quebrar o todo e analisar os pedacinhos
é o que a Ciência faz com o universo
é o que a Humanidade faz para tentar compreender

ok, até aí estamos juntos, certo?
algumas pequenas partes são mais fáceis de compreender
e outras são mais difíceis
não por serem complexas, na verdade são bem simples
o tipo de coisa para o que você tem uma resposta pronta
na ponta da língua

essas coisas difíceis se embrenham em outras coisas
observando as partes separadas, você desenvolve conceitos
em cima dos conceitos, você desenvolve moralidades
isso é normal

mas então, essas coisas difíceis
elas se entrelaçam com coisas que você já estabeleceu
mas esse entrelace te coloca em contradição
porque você tem uma resposta bem prática pra essa coisa
apenas sim ou não
mas esse sim ou não vai (in)validar as coisas com que se relaciona
e aí, você tenta juntar as partes
percebe que criou um monstro novo
compreensível, mas ilógico por tudo que você aprendeu antes

aí, meus amigos, você tem duas saídas (ao menos)
ignorar o fato de que criou um monstro e fingir que está tudo bem
ou dividir o todo, de novo, e tentar solucionar as partes
a gente sabe que ignorar o problema não resolve
então, porque não só jogar fora a parte conflituosa?

estava tudo tão bem estabelecido
uma coisa idiota como um "sim ou não" estragou tudo
porque não apenas jogar fora esse conflito?
e aí, você pode perceber
algumas coisas serão mais fáceis de descartar que outras
depende do seu apego a essa coisa
e de quanto você está disposte a descartá-la

falar é fácil
fazer também
e apesar de ser fácil
eu estou sofrendo há meses com isso
sem nenhuma perspectiva de acabar o sofrimento
porque eu realmente não sei o que fazer

ou melhor
eu sei
mas e daí que eu sei?

------------------------------------------------------------------------------------------

como nota pós textual, eu preciso deixar um desabafo aqui
[##############################]
mas realmente cheguei num ponto que não posso deixar isso sufocado no peito

[##############################]
hoje, estamos num ponto em que eu não consigo lidar com tudo isso
[##############################]
claro que o sofrimento faz parte da vida, eu não sou retardado
mas alguns sofreres (principalmente os que vêm e vão rotineiramente) são evitáveis
e são evitáveis, porque se deve aprender com eles e impedi-los de acontecer de novo

você chora quando cai tentando dar seus primeiros passos. cair incomoda, dói
mas eventualmente você domina o ato de andar e não cai mais (ou cai muito menos)
quando cai de novo, depois de aprender a andar, você sabe que tá tudo bem, faz parte, e você continua andando

se você insiste no erro e tudo continua acontecendo num looping
você não aprendeu alguma coisa e está se submetendo ao erro por medo de não repetir o ciclo
temendo que se o ciclo for quebrado algo muito absurdo aconteça
e essa é a maior dificuldade de sair da zona de conforto
entender que tá tudo bem e perder o controle da situação faz parte de seguir em frente

o Stu faz pudim de chocolate às quatro da manhã porque perdeu o controle da vida dele e tá tudo bem

a vida continua e depois de algum tempo até é possível olhar o descontrole e rir
mas você tem que se permitir perder o controle

eu acho que segui uma linha de raciocínio meio obscura aí, mas é um desabafo, então pode

------------------------------------------------------------------------------------------

Escrevi ouvindo o álbum A Dream In Static, de Earthside
Houve um tempo em que eu tinha medo da morte. Hoje eu temo as experiências destrutivas que vão acontecer entre o nascer e morrer. Sei que elas acontecerão, mas temo o quanto elas podem tirar a minha vontade de continuar.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Whatever - breve conversa com Jacson


Explicando o vídeo rapidinho:

Há algum tempo o Otávio Albuquerque, do canal Coisas Que Nunca Vivi (ou evitava viver), começou um quadro no canal onde ele convida amigos pra um talk show com um formato mais provocativo, parecido com o que o Abujamra fazia em Provocações.

Até antes de o Tavião começar com esse talk show, eu já me questionava sobre a possibilidade de trazer um talk show pro canal, mas sem muita motivação e a ideia foi sendo adiada. O Conversas Que Nunca Tive, do Tavião, foi o pontapé final nessa ideia.

Eventualmente eu me determinei a fazer e aqui está o primeiro desse quadro que quero que apareça no canal (talvez até com mais frequência do que o vlog, se as pessoas toparem serem entrevistadas).

Dá pra ver também que o meu talk show não ficou com a cara sentimental do Conversas Que Nunca Tive e ficou muito mais random, mas eu gostei assim. Tá com uma cara meio Meninos Da Podreira, só que realmente aleatório.

-------------------------

Lá pelos 24:46 eu comento de uma referência que eu tirei do além. Eu fui pesquisar de onde saiu esse pensamento que eu expús e acabei concluindo que foi algo que eu desenvolvi a partir desse vídeo aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=YqVjcUXKXns

A subversão que eu falei da fábula da Formiga e a Cigarra aparentemente foi uma conclusão pessoal que eu fiz sobre o vídeo, mas se alguém esbarrar nessa subversão por aí, pelo amor de deus me fala uhsuas

email de contato do Jacson: jacsonpiovesa@gmail.com

Oi (108)

Oi.
Meus planos da semana passada deram errado e eu não gravei um vídeo por dia.
Não gravei, não postei, não escrevi, não desenhei.
E vou vivendo essa confusão de sentimentos, essa mistura de luto e impotência sobre mim mesmo
E eu sei que é só o que eu faço comigo mesmo, obrigado por me lembrar do óbvio.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Whatever - sei lá


Tem uns vídeos que eu realmente não sei que nome dar
Tristeza sufocada
Água contida
Se esvai em raiva
Como tempestade
Tristeza em forma de fúria
Violenta e breve
Some sem deixar vestígios
E continua dentro de mim

domingo, 12 de novembro de 2017

Uma fantasia estúpida de liberdade numa sociedade onde se é tudo menos livre.
Todo mundo, quando nasce, é um depósito das expectativas alheias.
Publico textos pelo metade para evitar que a ausência de qualquer conclusão nas minhas ideias me convença a apagá-los antes de eles verem a luz do Sol.