terça-feira, 18 de novembro de 2014

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Mais um pouco da minha opinião sobre argumentos usados em favor do Feminismo

Eu estava lendo esse artigo (clique aqui) e formulei alguns pensamentos enquanto lia. Gostaria de apresentá-los aqui:

Bom, vou decompor um pouco do texto para poder dividir meus pensamentos de maneira adequada. Então, começando logo da primeira frase "Se você é homem, você faz parte da cultura do estupro.".
Não. Eu não faço parte da cultura do estupro.
A explicação dada no texto é uma forma muito conveniente e genérica de apontar todos os homens como os causadores da desigualdade entre os sexos e é tão machista quanto o imaginário que ela tenta combater.
Ora, se todos os homens contribuem inevitavelmente para a cultura do estupro por serem homens, nada há de ser feito pra resolver o machismo, porque, afinal, todo o tempo nascem homens que inevitavelmente contribuirão com a cultura do estupro.
Essa justificativa é infantil e mal-elaborada.
Se seguirmos a mesma lógica, a única forma de combater o racismo é se livrando dos brancos. Porque afinal, eles são brancos e naturalmente são melhor recebidos pela sociedade.

Seguindo o texto, o autor explica que o estupro também pode ser praticado de homens para homens e de mulheres para homens.
Mantendo a lógica apontada anteriormente, estes homens, estuprados por outros homens e/ou mulheres, também são mantenedores da cultura do estupro. E essas mulheres estupradoras, inclusive de outras mulheres, não o são, pois são vítimas de tal cultura.
Um pouco ilógico, não?

A seguir o autor conta de suas táticas para se mostrar um homem amigável e inofensivo, afim de não deixar incomodada uma mulher que esteja próxima a ele, além de falar um pouco sobre a situação social da mulher (a mulher vítima, nesse caso, não a agressora).
Encontramos um ponto de acordo meu com o autor, e essa concordância se estende até os tópicos do que fazer sobre a cultura do estupro, ainda no plano ideológico.
A maior discordância vêm agora, nas recomendações de ação caso se depare com uma situação opressiva.

"Homens podem confrontar outros homens"
Ué? Mulheres não?
Nesse tópico o autor diminui a mulher e a trata como figura indefesa. Ela é tão vítima que precisa de um homem para ajudá-la a confrontar outro homem.
E quando ele cita o casal gay, ele também gera uma situação machista pois presume que um dos lados seja fraco e eventualmente precise reforço.
Novamente, se for uma mulher agredindo um homem? Não é uma situação igualmente merecedora de apoio?
Nenhum confronto é bom, seja entre casal, seja entre amigos, seja entre desconhecidos.
Uma das coisas que sempre depôs contra o Feminismo pra mim é o fato de que, desde o seu nome, o feminismo fala da luta das mulheres pelo seu direito de igualdade. Mas numa sociedade machista que muitas vezes desconsidera o indivíduo (homem) negro ou gay, por exemplo, como outro ser humano, que dirá das mulheres negras? Que dirá dos gays negros? Que dirá das mulheres pobres? Que dirá dos homens afeminados?
O conceito que eu nunca vi posto nos argumentos feministas (salvo quando ditos por pessoas muito mais cientes da vasta realidade e variedade humana) é o de que pessoas são pessoas, e (com o perdão da expressão) foda-se se são mulheres, homens crianças ou qualquer outro.
Pessoas são pessoas.

Seguindo em frente.
"Homens podem corrigir outros homens"
Com esse título e a argumentação dada de novo o autor inferioriza a mulher, dá a entender que uma mulher não é capaz de corrigir a postura de um homem, pois ela é fraca e indefesa.

"Homens podem mandar outros homens calarem a boca"
E igualmente as mulheres.
Uma conhecida minha estava num ponto de ônibus certa vez, sozinha, e um homem lhe passou a mão na bunda.  A reação dela não foi outra se não se virar e socar o agressor até parar com dor na mão.
Ela se defendeu absolutamente sozinha e deixou seu agressor atordoado.
Esse homem com certeza pensou duas vezes na próxima tentativa de estupro.
Mulheres e outras vítimas de violência só estarão seguras quando se puserem ao nível do agressor e reagirem à agressão.
Não precisa ser violência física, pode ser processo, violência verbal, ameaça, o importante é conhecer as suas "armas" e saber usá-las.
Não só precisamos educar os homens (ou outros agressores possíveis) a respeitar a mulher (ou outra vítima possível). É preciso também ensinar a vítima a se defender e conscientizá-la de sua capacidade defensiva.

Agora ao final do texto o autor finalmente defendeu a idéia que ele deveria estar defendendo desde o início.
"Não se limite a ser um homem. Seja uma pessoa íntegra. Seja um ser humano."
Essa, acima, é a mensagem que o Feminismo deveria passar, a começar por uma outra nomenclatura e a aliança com outros movimentos por minorias, como o movimento LGBT (que em si também precisa abraçar a causa de outros grupos sexuais não identificados na sigla) e os movimentos raciais.
Por exemplo.
Haverão outros movimentos de minorias surgindo e esse grande movimento maior (quer preza pela igualdade entre os seres humanos para os seres humanos) deve abraçá-los, pois são todos humanos.

P.S.: Pra quem não sabe, eu tenho uma birrinha com o Feminismo. Concordo com sua idéia geral proposta, mas vejo que há muita discriminação dentro do próprio feminismo com outras causas sociais.
Sendo um movimento que se afirma a igualdade entre as pessoas, eu considero no mínimo contraditório que o movimento fale tanto em cultura do estupro e patriarcado, como se o estupro fosse a única consequência da violência de gênero e o machismo não agredisse também uma parcela de homens que não se enquadram no esteriótipo de "macho".
Vale lembrar que toda essa construção teórica foi elaborada por mim, com base no que eu sei, vi e ouvi. Se você sabe algo que pode melhorar a minha visão sobre o tema, você DEVE me deixar um comentário explicando a coisa do seu ponto de vista.
Obrigado pela leitura :)

domingo, 16 de novembro de 2014

Desculpa, não vou ser hipócrita e te desejar tudo de bom
Se não for pra ser do meu lado eu quero mais é que você morra

Viver Em Paz - Irvin ♪


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Nota [quase] desnecessária:
Eu colocava as letras em detalhes das músicas e tal, mas meio que percebi que o som é muito mais importante que o argumento. Fora que dá um trabalho dos infernos escrever a letra do jeito que eu faço. Então eu vou me economizar esse trabalho a partir de hoje.
Se eu achar que vale muito a pena eu faço, mas não conte com isso é o que quero dizer.
Estou definhando
Afogando no silêncio e na solidão
Suas palavras só não me doem mais porque nunca existiram
Elas doem por nunca terem existido

Se antes eu cantava, jogava e desenhava
Agora eu já não posso nada além de me entorpecer
Foi o modo que encontrei de me enclausurar em mim
Pra poder refletir sobre o que me aflige e me consome

E o meu ser, que grita em desespero
Pedindo por uma pausa
Pedindo avidamente por um piscar de olhos para o infinito
Um fechar sem abrir de meus olhos

Se morresse de uma forma doce assim não acharia triste
Estaria apenas livre dessa dor mundana
Estaria um passo mais perto de Deus

sábado, 15 de novembro de 2014

E lembrar que tantos pensamentos geniais e libertadores se foram com a noite conforme chegava a sobriedade.
Eu estou triste
Estou solitário
E quero me enganar com as ilusões de outras pessoas

Mesmo que eu esteja muito além disso

Eu estou triste
Pela consciência que me foi dada hoje
E pelas direções em que apontam minhas conclusões

É como se tivesse a ciência de Deus

Hoje eu me fiz Deus
Me vi entre o Céu e o Inferno
Neutro que estava de tudo que me ofereceriam

"A vida tem de prosseguir"

Sou uma confusão de pensamentos não concluídos
Uma tempestade de idéias
Penso sobre muitas coisas ao mesmo tempo

E concluo que tal racionalidade vem da falta de amor

Me tornei frio e autônomo pra não sofrer de solidão

Me sinto triste depois de tudo

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Miojo com cebola e hambúrguer

Se o título tivesse parado na cebola você provavelmente acharia um pouco menos indigesto.
Bom, o fato é que a minha receita de hoje é essa e aí vai o passo a passo (eu anotei exatamente como fiz, então se vc achar que algo é demais, faça como preferir :D ):

  • 2 miojos
  • 5 fatias de cebola
  • 2 hambúrgueres
Pique a cebola e frite ela (de novo eu esqueci o nome dessa ação).
Agora, você esperava fritar o hambúrguer né? pois é :T
Esquente o hambúrguer no microondas por 50 segundos, depois amasse ele com um garfo.
Quando a água ferver, jogue os miojos e o hambúrguer na água.
Quando o miojo estiver pronto é só temperar e pronto :D

Receita mais fácil que escrevi no blog haushuashuas

Detalhe importante: eu não provei ainda, vamos ver se é bom:

HUM. É meio estranho, mas pra quem pretendia comer miojo até que tá interessante :T

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Sobre a dificuldade de sair e me divertir

Está acontecendo uma festa
Festa na rua, como há poucas em PelCity
Eu sempre fui um menino rueiro, mas essa festa não me inspira vontade exatamente
Por ser um evento incomum na cidade tenho vontade de estar lá
Mas muito mais pelo evento raro do quê pela vontade de fato
Estou em casa num duelo interno se vou ou não
As pessoas que posso encontrar não inspiram muita vontade
O dia que estou não inspira rolês
Tenho responsabilidades a cumprir

Há algum tempo eu procurava um dia para fazer uma irresponsabilidade a fim de não
perder a juventude
E por isso fico pensando se esse era o momento que eu queria
Mas ainda que pense assim, não me sinto motivado a ir

Vou ficar em casa mesmo
A inércia venceu

Outro motivo pra minha desmotivação é a falta de companhia
Os amigos que tinha estão numa vibe diferenciada
Estamos em climas diferentes e eu estou realmente mais caseiro

Bom
Ficarei em casa
Só não posso deixar que isso me prenda à solidão

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

sobre TV, Internet e jornal impresso

Depois de tanto tempo sem falar nada sobre mim, eu vim aqui escrever um pouco sobre uma coisa que reparei...
Aqui em casa, finalmente conseguimos uma TV, portanto finalmente pude desfrutar da TV a cabo que pagamos.
Por conta disto, quando estou ligeiramente entediado e não com o computador à mão, eu vejo TV. E só aí percebi o efeito hipnótico que a TV tem sobre os nossos olhos.
Pra mim, que tenho um cansaço constante e sofro com poder da inércia, ter o controle da TV ao alcance da mão e ficar largado no sofá assistindo algo que me interessa, ou mesmo algo que não interessa, é extremamente relaxante.
É viciante a sensação de morgar por tempo indeterminado diante da TV sem fazer esforço nenhum ou muito pouco.
Claro que eu faço isso na Internet, mas aí que tá! Diante do computador se faz mais esforço. As coisas acontecem em resposta a um comando dado.
Pra me mostrar o que eu quero, o computador exige um comando pré-estabelecido na sua programação. O computador pára quando não há comandos a obedecer.
A TV não, ela só recebe um sinal independentemente da sua vontade. Basta estar ligada.
Nesse aspecto, a Internet seria inclusive mais alienante que a TV, pois as informações na tela do computador rodam segundo o seu interesse e o seu comando, já a TV conta com uma grade que nem sempre vai agradar o seu gosto. A única coisa que a faria parar de transmitir as imagens seria desligá-la.
Apesar disso, a TV é igualmente alienante. Mesmo que não haja controle sobre a programação, esta é direcionada a coisas que (de fato) pouco mudam a realidade de quem assiste. Uma pesquisa na Internet pode gerar uma mudança de hábitos, costumes e pensamentos, mas um programa de TV tem pouquíssima influência na mudança de comportamento do indivíduo, pelo menos da forma como ela é feita.
Eu justificaria este último ponto na quantidade de esforço para acessar a informação.
Ainda que com esforço mínimo, o usuário/espectador procura o que vê na Rede, vai atrás, Enquanto o espectador televisivo, no máximo, vê a grade de programas e aperta uns quatro ou cinco botões, para depois voltar ao estado de torpor e semiconsciência.

Relendo meu texto, concluo um silogismo:
O jornal escrito é a mais informativa e menos alienante destas mídias, pelo simples fato de que ele não se põe diante do leitor.
O leitor, de alguma forma, o compra, paga, leva para um lugar onde sua leitura seja confortável e o lê.
São muitos passos para se atingir uma informação comparado aos meios modernos. O jornal traz o ritmo de seu tempo, e é esse ritmo que faz o valor da informação.
O bom leitor, só precisaria filtrar as notícias que sejam mais interessantes e refletir sobre elas.
Que coisa louca...
Mas são só pensamentos jogados na nuvem :)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

terça-feira, 7 de outubro de 2014

sobre o espaço individual e o social

Acredito que parte do processo de amadurecimento de alguém está nas confusões internas dessa pessoa.

Falando de mim, vejo isso na minha relação com namorada e espaço pessoal/íntimo.
Meu espaço íntimo é meu quarto, é um lugar que quero exclusivamente pra mim.
Gosto de compartilhá-lo, mas de uma forma mais casual, não com tanta frequência.

E minha namorada, por ser uma pessoa muito presente e carente.
Ou melhor, por ser carente, se faz muito presente.
Eu gosto disso, gosto de estar com ela. Só queria que às vezes não tivesse de escolher entre estar com ela ou comigo.
Como se quando eu quisesse ficar sozinho ela simplesmente tomasse distância e me deixasse no meu espaço.

Claro que não é tão simples assim e eu também posso pedir à ela que me dê um tempinho pra ficar comigo.
Mas daí tenho medo de acabar me isolando por inércia...

Como sou um indivíduo muito autossuficiente em termos de companhia, temo que eu acabe inconvenientemente sozinho.
Como se na vontade de passar mais tempo comigo eu acabasse capturado por mim e preso ao meu sequestrador.

É quase uma síndrome de Estocolmo...

Bom, sinto que a chave está no equilíbrio entre as coisas, claro
Nem tão só, nem tão acompanhado.
Vou investir nisso e tentar melhorar minha postura.
Já fui uma pessoa muito resolvida quanto às companhias e momentos de solidão, só tenho que achar o ponto de equilíbrio de novo.

E aí várias coisas vem naturalmente pra mim, como a consciência do meu ser e das minhas emoções. Que é algo que tenho reclamado sentir falta há uns dois anos já...

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Escrevi ouvindo:
Djavan - Um Dia Frio
Djavan - Eu Te Devoro

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Oi (89)

Sassinhóra, como faz tempo que eu não passo aqui :(
Dá até uma vergonhinha pensar que eu não venho no meu próprio blog há tanto tempo
Bom, aqui estou...
Passei correndo só pra dizer que  vida tá uma correria doida e eu tenho morgado nos tempos ociosos
Digo que tenho morgado porque pra postar no blog eu preciso tempo ocioso que possa ser dedicado ao blog
Pra quem não sabe, eu considero meu blog como um trabalho, ainda que não gere lucro nenhum
É como um trabalho espiritual de aproximação comigo mesmo :)
Eu até me culpo por não postar regularmente, porque acredito que essa ausência de posts reflita uma desconexão dos eu's que me compõe.
Pior que o blog não é a única coisa que eu não faço tanto quanto gostaria haha
Na verdade, eu tenho feito pouco do que eu realmente gostaria de fazer, mas acho que faz parte da vida essa ausência de tempo...
Admito que eu gostaria de me tronar adulto sem esse abandono característico das paixões da infância/adolescência.
Pensando nisso, concluo que ou sou adolescente muito tarde ou a juventude é uma fase de transição muito mais marcante pra mim haha
Bom, agora me despeço porque ainda tenho um monte de coisas pra fazer
Até mais

domingo, 31 de agosto de 2014

Whatever - avisos rápidos (ou não) e umboxing de um grapefruit


Primeiro sobre o aviso:
Se vc assistiu o vídeo e não entendeu o que eu quis dizer, aí veio na descrição do vídeo e não tinha nada estrio, então é porque eu realmente não falei nada com nada :(
Por via das dúvidas é sempre bom dar uma lida xD
E segundo, sobre o grapefruit:
provavelmente o que ue comi estava um pouco verde ainda, um amigo meu disse que é beeem doce :T então o meu tava bugado, olha só que sorte...
é isso, até a próxima ;D

sábado, 30 de agosto de 2014

"A que ponto chega o ser humano"

Hoje em dado momento recebi dois vídeos na minha timeline do Facebook. O primeiro era um abate de um grupo de camelos (para culinária, imagino). O segundo era uma exposição gratuita da intimidade de um casal, uma moça de uns quarenta anos, gorda, fazendo uma dança sensual para o cinegrafista que deve ser seu parceiro.
A afirmação em aspas no título deste post faz referência à descrição do segundo vídeo. Engraçado, levando em conta que o que me faz pensar sobre a frieza do ser humano e até a sua crueldade é o conteúdo do primeiro.
Sou forçado a pensar que há maneiras menos frias e sofridas de abater um animal (não é isso que está em questão, mas só para conhecimento de causa o abate destes camelos no vídeo é feito por degola. Os animais tem os seus pescoços degolados e sangram até morrer enquanto se debatem). Ao mesmo tempo, penso na crueldade do ser humano, em um nível bem menor, por expor a intimidade de alguém como uma coisa ridícula.
Ué, somos doutores, senhores e senhoras de respeito, mas entre os nossos íntimos sejamos tão putescos quanto nos for conveniente. Isso não é motivo de risada alheia ou vergonha.
Devíamos é ter vergonha de desconhecermos como se faz o abate dos animais que comemos ou que geram os produtos que consumimos. Não vou ser vegetariano por causa do sistema, mas não vou ser negligente e fingir que isso não me atinge.
No mínimo, devemos conhecer o processo de produção do que consumimos, e pensar maneiras mais interessantes de produzí-lo, é a exigência que devemos fazer com os produtores.
E sobre as coisas ridículas a que se expõe uma senhora, provavelmente mãe?
Deixa ela ser feliz. Sexo é gostoso, se ela quer dançar sensualmente, deixa ela. Fazendo isso ela provavelmente é mais realizada que as pessoas que estão apontando e a chamando de ridícula.

sábado, 23 de agosto de 2014

Oi (88)

Ôe :B
Caralho, faz tipo muito tempo que não posto pra valer haha
Entre outras razões, acho que é porque passei por um hiato na minha produção. Fiquei um bom tempo sem produzir nada em nenhuma plataforma, nem escrito, nem desenhado ou fotografado...
Usei bastante tempo pra pensar, queria me motivar e acho que deu certo :)
Estou com várias idéias, agora falta por em prática haha
Bom, vou nessa
Nos encontramos em breve haha

Não Existe Amor Em SP - Criolo (Cover por: Glória)


Não existe amor em SP
Um labirinto místico
Onde os grafites gritam
Não dá pra descrever
Numa linda frase
De um postal tão doce
Cuidado com doce
São Paulo é um buquê
Buquês são flores mortas
Num lindo arranjo
Arranjo lindo feito pra você
Não existe amor em SP

Os bares estão cheios
De almas tão vazias
A ganância vibra
A vaidade excita
Devolva minha vida e morra afogada em seu próprio mar de
Aqui
Ninguém vai pro céu

NÃO PRECISA MORRER PRA VER DEUS
NÃO PRECISA SOFRER PRA SABER O QUE É MELHOR PRA VOCÊ
ENCONTRO DUAS NUVENS EM CADA ESCOMBRO, EM CADA ESQUINA
ME DÊ UM GOLE DE VIDA
NÃO PRECISA MORRER PRA VER...
DEUS

DEUS...

DEUS...

NÃO PRECISA MORRER PRA VER DEUS

GIVE ME A REASON TO LOVE YOU
GIVE ME A REASON TO BE

NÃO EXISTE AMOR EM SP

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só para referências: a palavra "fé" está em itálico pois a letra original diz "afogada em seu próprio mar de fel". Elliot errou a palavra, imagino, ou mesmo optou por outra similar por alguma razão particular.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Whatever - Vídeo atrasado de duas semanas atrás sobre ser quase assaltado duas vezes :D


foi mal o mega atraso D:
eu gravei esse vídeo na madrugada do dia 19 mas por uma série de ocorrências eu só to conseguindo upar agora haha
em breve, posto mais ;)

domingo, 13 de julho de 2014