olá!
tenho gravado muitos vlogs, isso é meio bom
é meio estranho, porque inunda o blog com vídeos e meio ruim porque eu não domino o negócio, mas whatever
ao menos eu tento, acho que isso é importante...
enfim, to vindo aqui só dizer umas poucas palavras mesmo, entre um projeto e outro que vou desenrolando :)
na verdade, eu já vou indo hueaheuah
só vou deixar registrado que passei na qualificação do TCC com 9,5, o que acho uma puta responsabilidade, porque agora esperam grandes coisas pro TCC final e eu não queria esse peso nas costas.
anyway, agora é seguir em frente e dar o melhor (ou o mínimo suficiente, que também serve)
vou nessa, beijos e abraços
terça-feira, 22 de agosto de 2017
Sereno - Menores Atos ♪
Tudo pareceu mais calmo
Mesmo com tanta discussão
Tanta opinião
E tanta tralha
Eu só levei o que é meu
Não lhe tirei nada
Além do que eu também perdi
Ao ir embora
A solução é ficar de pé e não olhar pra trás
Todo mundo sabe o que é melhor pra si
Da sua mão posso me soltar
Vai ser melhor assim
Deixa o tempo te acompanhar
A tua ausência é quase um favor
Vez em quando eu até lembro, mas
O que incomoda não é o que levou
É o que ficou pra trás
Não lhe tirei nada
Além do que eu também perdi
Ao ir embora
A solução é ficar de pé e não olhar pra trás
Todo mundo sabe o que é melhor pra si
Da sua mão posso me soltar
Vai ser melhor assim
Deixa o tempo te acompanhar
Deixa o tempo te revigorar
Deixa o tempo te revigorar
Da sua mão posso me soltar
Vai ser melhor assim
Revigorar
Revigorar
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Whatever - manifesto e mensagem
A manifestação que eu to comentando foi uma PIXAÇÃO, na verdade. Eu to chamando de manifestação no sentido de ser um pixo com a intenção de manifestar uma ideia
Sobre as pessoas burras: eu quis dizer que todos somos burros num primeiro momento. Então é uma dica para só discutirmos com pessoas que julgamos que valham a pena manter uma discussão (o que exige uma quantidade de informações prévias à discussão). Isso é interessante pra debater ideias? NÃO. Mas é a maneira que encontrei de manter a minha paz de espírito (ou pelo menos parte dela). Digo isso pois me irrita muito tentar argumentar com alguém que é incapaz de interpretar um texto (ou que realmente usa de artifícios para desviar a discussão).
Sobre a relação manifesto x mensagem: antes de tudo, preciso deixar claro que eu sou a favor de qualquer manifestação que NÃO seja motivada por ódio, independentemente da qualidade da manifestação em passar uma mensagem clara.
o meu problema com manifestações que não passam mensagens claras é que são manifestações que circulam positivamente entre pessoas que já estão por dentro da causa envolvida, mas que não são efetivas no sentido de levar a sua mensagem a pessoas que ainda não estão cientes sobre a causa.
Eu não acho inválido, acho problemático. Mas ainda assim válido (e necessário). Foi o caso dessa manifestação recente.
Pessoas que já estão cientes da causa são capazes de perceber ou relacionar a profundidade de um ato "agressivo", pois têm referências intelectuais para isso. Uma pessoa leiga (até porque não existe o hábito de questionar o status quo) precisa ter a sua atenção capturada por uma mensagem clara que seja capaz de motivá-la a procurar mais informações sobre o assunto a ser discutido.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
terça-feira, 8 de agosto de 2017
Whatever - insira qualquer nome aqui
Eu tava felizinho quando gravei, aí gravei mais uns três vídeos pensando em editar tudo e fazer algo divertido.
Eu coloquei os vídeos no editor, escutei vinte segundos e desisti. Agora eu to me roendo de raiva e me achando incompetente, porque NADA que eu tento chega em algum lugar.
Eu to postando esse vídeo pra não perder ele, porque assim que estiver online eu vou deletar tudo que eu gravei hoje.
segunda-feira, 24 de julho de 2017
Em algum momento eu devo ter comentado aqui no blog que desisti de desenhar. Quando digo "desistir", é realmente desistir... levei materiais de desenho embora para Marília, me livrei do que ficou em Pelotas e fico mal quando penso em desenhar ou vejo pessoas comentando sobre.
De certa forma, recentemente tenho tido algum desejo por voltar a desenhar. Mas quando tento, sinto voltar todo aquele desespero por me achar incompetente para isso. Me sinto satisfeito com desenhos que são extremamente funcionais para a minha escrita, como os desenhos que fiz nos meus zines, mas qualquer coisa mais complexa e independente acaba frustrada.
Tenho várias idéias de desenho, mas não me sinto a vontade com nenhuma tentativa de realizá-las. Um pouco como meus textos, minhas idéias de desenho acabam engavetadas com a promessa de que "mais tarde eu tento" e esse tempo nunca chega.
De certa forma, recentemente tenho tido algum desejo por voltar a desenhar. Mas quando tento, sinto voltar todo aquele desespero por me achar incompetente para isso. Me sinto satisfeito com desenhos que são extremamente funcionais para a minha escrita, como os desenhos que fiz nos meus zines, mas qualquer coisa mais complexa e independente acaba frustrada.
Tenho várias idéias de desenho, mas não me sinto a vontade com nenhuma tentativa de realizá-las. Um pouco como meus textos, minhas idéias de desenho acabam engavetadas com a promessa de que "mais tarde eu tento" e esse tempo nunca chega.
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Whatever - DESCULPA POR ESSA LUZ LIXO
eu não tinha ideia de quão bosta tava a luz, desculpa mesmo :T
quinta-feira, 22 de junho de 2017
Whatever - o que acho sobre Geração Mimimi?
milagrosamente, não percebi nada que precise ser reelaborado aqui, então links!
vídeo da Satty, que ela fala sobre Geração Mimimi:
https://www.youtube.com/watch?v=Oq3ATMd9Ea4
o podcast por escrito que eu falei:
http://tamgbrog.blogspot.com.br/2016/08/rolecast-1-ainda-por-escrito.html
eu jurava que o YouTube ainda tinha um sistema de edição interno, então deixei pra cortar o fim do vídeo (que a minha frase ficou pelo meio) aqui no navegador, mas eu me enganei, então sorry :/
segunda-feira, 19 de junho de 2017
domingo, 18 de junho de 2017
Desvanecer-se
quando a depressão bate
eu arrumo meu quarto
tenho arrumado ele frequentemente
e cada vez mais rápido
mas não me sinto mais organizado
me sinto mascarando o verdadeiro problema
sufocando
sob dez ou quinze centímetros de água limpa
a água mais cristalina que posso imaginar
com um céu perfeitamente limpo logo acima
e uma dúzia de braços me envolvem
me seguram onde estou
eu não resisto a esses abraços
eles me acolhem
me acalentam
e o tempo fica suspenso em mim
a dor vai embora
e fica o vazio
quinta-feira, 11 de maio de 2017
Oi (103)
Faz tanto tempo que eu não escrevo aqui que nem sei direito por onde começar...
Bom, do começo:
Foi um final de ano meio louco, tinha algumas perspectivas que logo no começo do ano se perderam e sei lá. realmente, meio louco.
Começou 2017, acabou 2016/2 na faculdade, começou 2017/1, voltei pro TCC e to aqui, de novo, em estado de meio surto e letargia com essa birosca, mas ok, to vivo, to mais motivado que ano passado e tentando manter o foco.
Nada a ver com o assunto, vai fazer dois anos que to lendo um livro (recomendação de uma amiga). Chama Os Três, escrito pela Sarah Lotz, conta (até onde li, pelo menos) narrativas em torno de uma série de acidentes aéreos. Tem uma riqueza de detalhes muito convincente, e como eu comecei o livro muito casualmente e sem esperar nada dele, nas primeiras páginas eu estava decidido a acreditar que se tratava de uma história real. Cheguei a pesquisar no Google sobre e fiquei ligeiramente decepcionado comigo mesmo por ter cogitado que um livro de romance com trejeitos de terror e falso-documentário tenha me feito desviar tão fortemente da realidade (muito parecido, inclusive, com quando assisti o curta Epic 2015!).
Infelizmente, a minha leitura está se arrastando, porque (tudo indica) que eu perdi o feeling para ler romances. É como se o livro não se desenvolvesse na velocidade que a minha mente espera e aí eu fico cansado de ler logo.
Acho que por hoje é isso, é mais uma atualização pra dizer que to vivo mesmo
Bom, do começo:
Foi um final de ano meio louco, tinha algumas perspectivas que logo no começo do ano se perderam e sei lá. realmente, meio louco.
Começou 2017, acabou 2016/2 na faculdade, começou 2017/1, voltei pro TCC e to aqui, de novo, em estado de meio surto e letargia com essa birosca, mas ok, to vivo, to mais motivado que ano passado e tentando manter o foco.
Nada a ver com o assunto, vai fazer dois anos que to lendo um livro (recomendação de uma amiga). Chama Os Três, escrito pela Sarah Lotz, conta (até onde li, pelo menos) narrativas em torno de uma série de acidentes aéreos. Tem uma riqueza de detalhes muito convincente, e como eu comecei o livro muito casualmente e sem esperar nada dele, nas primeiras páginas eu estava decidido a acreditar que se tratava de uma história real. Cheguei a pesquisar no Google sobre e fiquei ligeiramente decepcionado comigo mesmo por ter cogitado que um livro de romance com trejeitos de terror e falso-documentário tenha me feito desviar tão fortemente da realidade (muito parecido, inclusive, com quando assisti o curta Epic 2015!).
Infelizmente, a minha leitura está se arrastando, porque (tudo indica) que eu perdi o feeling para ler romances. É como se o livro não se desenvolvesse na velocidade que a minha mente espera e aí eu fico cansado de ler logo.
Acho que por hoje é isso, é mais uma atualização pra dizer que to vivo mesmo
sábado, 6 de maio de 2017
Whatever - Paul Watson é um idiota
Se uma pessoa quiser criticar alguma coisa de modo construtivo, essa pessoa precisa saber sobre o que está criticando. No caso de arte, estudar sobre e formar um repertório. E no caso de música, ouvir, estudar e entender o gênero que vai ser criticado.
O que me deixa incomodado com a postura do Paul Watson, é que ele faz vídeos com a intenção de disseminar ódio sobre aquilo que ele está falando. Um pouco parecido com o que o Felipe Neto fazia em 2010, quando começou a gravar vídeos para Internet (deixando claro que o Felipe Neto fazia isso com um tom humorístico e exagerado, enquanto o Paul Watson usa de um tom mais doutrinador, incisivo e odioso).
Em ambos os casos, não se tem uma crítica construtiva do que está sendo julgado.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Whatever - umas poucas palavras sobre a mídia (leia a descrição do vídeo)
A parte mais geral do noticiário (que é feita em Porto Alegre e transmitida pra todo o estado do Rio Grande do Sul) focou nos conflitos e no choque de interesses entre os manifestantes, bloqueando as ruas, e os transeuntes, querendo seu direito de ir e vir. Transmissão que terminou com um comentário escrotamente construído, apontando culpados e afirmando a incapacidade dos manifestantes de se organizarem enquanto movimento social, para dizer que, se não fossem violentos, seria possível noticiar as manifestações em seu foco mais correto e não na baderna causada. Isso é mentira! A mídia é que dá o foco do assunto. É a mídia que escolhe tratar do aspecto x ao invés do y.
segunda-feira, 27 de março de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
os três personagens que me definem
Um tempo atrás, rolou no Facebook, uma corrente onde você citava três personagens da ficção que te definissem. Foi uma brincadeira que eu não fiz questão de participar porque eu não estava sabendo dizer que personagens seriam esses. Parte desse não saber, eu percebi, era por um medo de citar personagens protagonistas.
Agora, de onde vem esse medo? Não sei dizer... Talvez tenha a ver com o fato de que nunca fui popular e, desde os dez/onze anos, não me sinto alguém que merecesse ser protagonista de alguma coisa.
Felizmente, eu fiquei com a dúvida de quais seriam esses personagens a me definir e, embora a brincadeira tenha passado, quis trazê-los aqui pro blog e apresentá-los.
Vale notar que, por mais que eu não me sinta "digno" de protagonizar, os três personagens são protagonistas.
Por ordem de aparição na minha vida (e curiosamente as idades dos personagens são condizentes com as idades que eu tinha quando os conheci), são:
Mordecai é um jovem de (especulo que) uns 20 anos, graduado num curso de dois anos (ou serão quatro anos? o que jogaria minha especulação para 25 anos) em Artes Visuais. Apesar da graduação, Mordecai trabalha num parque como zelador e leva uma vida medíocre (agradavelmente medíocre). É um personagem que se destaca pela sua parceria, boa-vontade, juventude e confiabilidade. Está cercado de amigos, vivendo coisas boas e aprendendo sobre as relações amorosas. É importante ver que Mordecai leva a vida muito bem com os seus altos e baixos, apresentando momentos de tristeza e de felicidade.
Agora, de onde vem esse medo? Não sei dizer... Talvez tenha a ver com o fato de que nunca fui popular e, desde os dez/onze anos, não me sinto alguém que merecesse ser protagonista de alguma coisa.
Felizmente, eu fiquei com a dúvida de quais seriam esses personagens a me definir e, embora a brincadeira tenha passado, quis trazê-los aqui pro blog e apresentá-los.
Vale notar que, por mais que eu não me sinta "digno" de protagonizar, os três personagens são protagonistas.
Por ordem de aparição na minha vida (e curiosamente as idades dos personagens são condizentes com as idades que eu tinha quando os conheci), são:
Charlie Brown (Peanuts)
Charlie Brown é um menino de dez anos que tem um longo histórico de fracassos, apesar da pouca idade, e por conta disso se auto intitula um perdedor (provavelmente não com essas palavras e com esse jeito dramático que eu incluí aqui). Charlie não se sente bom em nada e não consegue ter êxito nas coisas que tenta. A sina dele é falhar. Obviamente, isso abala o seu emocional e ele está constantemente deprimido com o insucesso, ou com a perspectiva iminente de falhar no que estiver tentando.
Shinji Ikari (Neon Genesis Evangelion)
Shinji Ikari é um garoto de 14 anos com alguns problemas emocionais, dos quais se destacam a dificuldade de se relacionar com outras pessoas. Após a morte de sua mãe, no trabalho e em condições estranhas, Shinji, com 6 anos, foi abandonado pelo pai, para morar com o tio. Já com 14 anos, Shinji recebe um chamado de seu pai para que ele volte à Tokyo 3 (a nova capital do Japão). Quando reencontra seu pai, Shinji descobre que foi chamado para trabalhar com ele no Projeto EVA (o mesmo projeto em que sua mãe morreu). Apesar de se sentir usado e de seu pai manter uma relação muito distante e ausente, Shinji entende que se fizer seu trabalho direito poderá ser reconhecido por seu pai e pelas pessoas que o cercam.
Mordecai Henry Jones (Regular Show)
Mordecai é um jovem de (especulo que) uns 20 anos, graduado num curso de dois anos (ou serão quatro anos? o que jogaria minha especulação para 25 anos) em Artes Visuais. Apesar da graduação, Mordecai trabalha num parque como zelador e leva uma vida medíocre (agradavelmente medíocre). É um personagem que se destaca pela sua parceria, boa-vontade, juventude e confiabilidade. Está cercado de amigos, vivendo coisas boas e aprendendo sobre as relações amorosas. É importante ver que Mordecai leva a vida muito bem com os seus altos e baixos, apresentando momentos de tristeza e de felicidade.
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