Queria escrever um livro com toda a dor que senti
Na mesma medida que algumas pessoas sentem alegria e felicidade, eu me sinto deprimido
Mas isso é o mundo, não é?
Enquanto uns estão felizes, outros estão tristes...
Só queria saber porque a minha tristeza parece infinita
Ela nunca me deixa pra um breve momento de felicidade
Pareço estar sempre triste, deprimido, com esperança de que tudo melhore
Mas nunca melhora
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Você alguma vez já sentiu que é impossível amar e ser feliz ao mesmo tempo?
Já teve a sensação de que amar alguém intensamente significa entregar a sua alma pra essa pessoa e nunca mais ver a luz novamente?
Quando mais amo, mais me sinto em um profundo mar de dor
Por consequência, sinto ódio
E quanto mais odeio, mais sinto que meu amor é intenso
Então sou obrigado a me perguntar
Como posso amar e odiar a mesma pessoa tão intensamente?
Você já sentiu isso?
Já teve a sensação de que amar alguém intensamente significa entregar a sua alma pra essa pessoa e nunca mais ver a luz novamente?
Quando mais amo, mais me sinto em um profundo mar de dor
Por consequência, sinto ódio
E quanto mais odeio, mais sinto que meu amor é intenso
Então sou obrigado a me perguntar
Como posso amar e odiar a mesma pessoa tão intensamente?
Você já sentiu isso?
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Chá de morango com limão
Bom, o blog é meu. Se eu já postei miojo aqui, postar chá não parece tão absurdo até
Então... vamos lá (Y)
Você precisa de:
Então... vamos lá (Y)
Você precisa de:
- 1 sachê de chá de morango
- meio limão
- açúcar a gosto
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Post Inútil do dia: lista de pontos positivos e negativos do Plurk
pontos positivos
pontos negativos
- apertar Enter/Return é o suficiente pra enviar uma mensagem
- não há necessidade de clicar nenhuma tecla para continuar plurkando
- ponto pro emoticon do gatinho (completamente useless, mas é fofo uahsuashuas )
- comando editar em plurks enviado
pontos negativos
- interface ruim (preferência particular)
- quero ver só o meu feed de amigos e ainda não descobri como (faz no mínimo dez minutos que entrei)
- muitos ads, de maneira poluída
- timeline confusa
- por ausência de pessoas do meu interesse pra seguir a diversão acabou a primeira meia hora (isso é uma questão de mainstreanice, os blogueiros e gente "famosa" da web usa o twitter e o meu acesso a eles é muito facilitado)
- sistema de ganhos conforme o uso do aplicativo
- pop ups demais
Isso aqui é só uma primeira impressão/comparação com o Twitter, porque considero os dois muito parecidos. Mas a minha intimidade maior ainda é com o Twitter mesmo <3 p="">Quem sabe um dia eu goste do Plurk? :)3>
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Mais um pouco da minha opinião sobre argumentos usados em favor do Feminismo
Eu estava lendo esse artigo (clique aqui) e formulei alguns pensamentos enquanto lia. Gostaria de apresentá-los aqui:
Bom, vou decompor um pouco do texto para poder dividir meus pensamentos de maneira adequada. Então, começando logo da primeira frase "Se você é homem, você faz parte da cultura do estupro.".
Não. Eu não faço parte da cultura do estupro.
A explicação dada no texto é uma forma muito conveniente e genérica de apontar todos os homens como os causadores da desigualdade entre os sexos e é tão machista quanto o imaginário que ela tenta combater.
Ora, se todos os homens contribuem inevitavelmente para a cultura do estupro por serem homens, nada há de ser feito pra resolver o machismo, porque, afinal, todo o tempo nascem homens que inevitavelmente contribuirão com a cultura do estupro.
Essa justificativa é infantil e mal-elaborada.
Se seguirmos a mesma lógica, a única forma de combater o racismo é se livrando dos brancos. Porque afinal, eles são brancos e naturalmente são melhor recebidos pela sociedade.
Seguindo o texto, o autor explica que o estupro também pode ser praticado de homens para homens e de mulheres para homens.
Mantendo a lógica apontada anteriormente, estes homens, estuprados por outros homens e/ou mulheres, também são mantenedores da cultura do estupro. E essas mulheres estupradoras, inclusive de outras mulheres, não o são, pois são vítimas de tal cultura.
Um pouco ilógico, não?
A seguir o autor conta de suas táticas para se mostrar um homem amigável e inofensivo, afim de não deixar incomodada uma mulher que esteja próxima a ele, além de falar um pouco sobre a situação social da mulher (a mulher vítima, nesse caso, não a agressora).
Encontramos um ponto de acordo meu com o autor, e essa concordância se estende até os tópicos do que fazer sobre a cultura do estupro, ainda no plano ideológico.
A maior discordância vêm agora, nas recomendações de ação caso se depare com uma situação opressiva.
"Homens podem confrontar outros homens"
Ué? Mulheres não?
Nesse tópico o autor diminui a mulher e a trata como figura indefesa. Ela é tão vítima que precisa de um homem para ajudá-la a confrontar outro homem.
E quando ele cita o casal gay, ele também gera uma situação machista pois presume que um dos lados seja fraco e eventualmente precise reforço.
Novamente, se for uma mulher agredindo um homem? Não é uma situação igualmente merecedora de apoio?
Nenhum confronto é bom, seja entre casal, seja entre amigos, seja entre desconhecidos.
Uma das coisas que sempre depôs contra o Feminismo pra mim é o fato de que, desde o seu nome, o feminismo fala da luta das mulheres pelo seu direito de igualdade. Mas numa sociedade machista que muitas vezes desconsidera o indivíduo (homem) negro ou gay, por exemplo, como outro ser humano, que dirá das mulheres negras? Que dirá dos gays negros? Que dirá das mulheres pobres? Que dirá dos homens afeminados?
O conceito que eu nunca vi posto nos argumentos feministas (salvo quando ditos por pessoas muito mais cientes da vasta realidade e variedade humana) é o de que pessoas são pessoas, e (com o perdão da expressão) foda-se se são mulheres, homens crianças ou qualquer outro.
Pessoas são pessoas.
Seguindo em frente.
"Homens podem corrigir outros homens"
Com esse título e a argumentação dada de novo o autor inferioriza a mulher, dá a entender que uma mulher não é capaz de corrigir a postura de um homem, pois ela é fraca e indefesa.
"Homens podem mandar outros homens calarem a boca"
E igualmente as mulheres.
Uma conhecida minha estava num ponto de ônibus certa vez, sozinha, e um homem lhe passou a mão na bunda. A reação dela não foi outra se não se virar e socar o agressor até parar com dor na mão.
Ela se defendeu absolutamente sozinha e deixou seu agressor atordoado.
Esse homem com certeza pensou duas vezes na próxima tentativa de estupro.
Mulheres e outras vítimas de violência só estarão seguras quando se puserem ao nível do agressor e reagirem à agressão.
Não precisa ser violência física, pode ser processo, violência verbal, ameaça, o importante é conhecer as suas "armas" e saber usá-las.
Não só precisamos educar os homens (ou outros agressores possíveis) a respeitar a mulher (ou outra vítima possível). É preciso também ensinar a vítima a se defender e conscientizá-la de sua capacidade defensiva.
Agora ao final do texto o autor finalmente defendeu a idéia que ele deveria estar defendendo desde o início.
"Não se limite a ser um homem. Seja uma pessoa íntegra. Seja um ser humano."
Essa, acima, é a mensagem que o Feminismo deveria passar, a começar por uma outra nomenclatura e a aliança com outros movimentos por minorias, como o movimento LGBT (que em si também precisa abraçar a causa de outros grupos sexuais não identificados na sigla) e os movimentos raciais.
Por exemplo.
Haverão outros movimentos de minorias surgindo e esse grande movimento maior (quer preza pela igualdade entre os seres humanos para os seres humanos) deve abraçá-los, pois são todos humanos.
P.S.: Pra quem não sabe, eu tenho uma birrinha com o Feminismo. Concordo com sua idéia geral proposta, mas vejo que há muita discriminação dentro do próprio feminismo com outras causas sociais.
Sendo um movimento que se afirma a igualdade entre as pessoas, eu considero no mínimo contraditório que o movimento fale tanto em cultura do estupro e patriarcado, como se o estupro fosse a única consequência da violência de gênero e o machismo não agredisse também uma parcela de homens que não se enquadram no esteriótipo de "macho".
Vale lembrar que toda essa construção teórica foi elaborada por mim, com base no que eu sei, vi e ouvi. Se você sabe algo que pode melhorar a minha visão sobre o tema, você DEVE me deixar um comentário explicando a coisa do seu ponto de vista.
Obrigado pela leitura :)
Bom, vou decompor um pouco do texto para poder dividir meus pensamentos de maneira adequada. Então, começando logo da primeira frase "Se você é homem, você faz parte da cultura do estupro.".
Não. Eu não faço parte da cultura do estupro.
A explicação dada no texto é uma forma muito conveniente e genérica de apontar todos os homens como os causadores da desigualdade entre os sexos e é tão machista quanto o imaginário que ela tenta combater.
Ora, se todos os homens contribuem inevitavelmente para a cultura do estupro por serem homens, nada há de ser feito pra resolver o machismo, porque, afinal, todo o tempo nascem homens que inevitavelmente contribuirão com a cultura do estupro.
Essa justificativa é infantil e mal-elaborada.
Se seguirmos a mesma lógica, a única forma de combater o racismo é se livrando dos brancos. Porque afinal, eles são brancos e naturalmente são melhor recebidos pela sociedade.
Seguindo o texto, o autor explica que o estupro também pode ser praticado de homens para homens e de mulheres para homens.
Mantendo a lógica apontada anteriormente, estes homens, estuprados por outros homens e/ou mulheres, também são mantenedores da cultura do estupro. E essas mulheres estupradoras, inclusive de outras mulheres, não o são, pois são vítimas de tal cultura.
Um pouco ilógico, não?
A seguir o autor conta de suas táticas para se mostrar um homem amigável e inofensivo, afim de não deixar incomodada uma mulher que esteja próxima a ele, além de falar um pouco sobre a situação social da mulher (a mulher vítima, nesse caso, não a agressora).
Encontramos um ponto de acordo meu com o autor, e essa concordância se estende até os tópicos do que fazer sobre a cultura do estupro, ainda no plano ideológico.
A maior discordância vêm agora, nas recomendações de ação caso se depare com uma situação opressiva.
"Homens podem confrontar outros homens"
Ué? Mulheres não?
Nesse tópico o autor diminui a mulher e a trata como figura indefesa. Ela é tão vítima que precisa de um homem para ajudá-la a confrontar outro homem.
E quando ele cita o casal gay, ele também gera uma situação machista pois presume que um dos lados seja fraco e eventualmente precise reforço.
Novamente, se for uma mulher agredindo um homem? Não é uma situação igualmente merecedora de apoio?
Nenhum confronto é bom, seja entre casal, seja entre amigos, seja entre desconhecidos.
Uma das coisas que sempre depôs contra o Feminismo pra mim é o fato de que, desde o seu nome, o feminismo fala da luta das mulheres pelo seu direito de igualdade. Mas numa sociedade machista que muitas vezes desconsidera o indivíduo (homem) negro ou gay, por exemplo, como outro ser humano, que dirá das mulheres negras? Que dirá dos gays negros? Que dirá das mulheres pobres? Que dirá dos homens afeminados?
O conceito que eu nunca vi posto nos argumentos feministas (salvo quando ditos por pessoas muito mais cientes da vasta realidade e variedade humana) é o de que pessoas são pessoas, e (com o perdão da expressão) foda-se se são mulheres, homens crianças ou qualquer outro.
Pessoas são pessoas.
Seguindo em frente.
"Homens podem corrigir outros homens"
Com esse título e a argumentação dada de novo o autor inferioriza a mulher, dá a entender que uma mulher não é capaz de corrigir a postura de um homem, pois ela é fraca e indefesa.
"Homens podem mandar outros homens calarem a boca"
E igualmente as mulheres.
Uma conhecida minha estava num ponto de ônibus certa vez, sozinha, e um homem lhe passou a mão na bunda. A reação dela não foi outra se não se virar e socar o agressor até parar com dor na mão.
Ela se defendeu absolutamente sozinha e deixou seu agressor atordoado.
Esse homem com certeza pensou duas vezes na próxima tentativa de estupro.
Mulheres e outras vítimas de violência só estarão seguras quando se puserem ao nível do agressor e reagirem à agressão.
Não precisa ser violência física, pode ser processo, violência verbal, ameaça, o importante é conhecer as suas "armas" e saber usá-las.
Não só precisamos educar os homens (ou outros agressores possíveis) a respeitar a mulher (ou outra vítima possível). É preciso também ensinar a vítima a se defender e conscientizá-la de sua capacidade defensiva.
Agora ao final do texto o autor finalmente defendeu a idéia que ele deveria estar defendendo desde o início.
"Não se limite a ser um homem. Seja uma pessoa íntegra. Seja um ser humano."
Essa, acima, é a mensagem que o Feminismo deveria passar, a começar por uma outra nomenclatura e a aliança com outros movimentos por minorias, como o movimento LGBT (que em si também precisa abraçar a causa de outros grupos sexuais não identificados na sigla) e os movimentos raciais.
Por exemplo.
Haverão outros movimentos de minorias surgindo e esse grande movimento maior (quer preza pela igualdade entre os seres humanos para os seres humanos) deve abraçá-los, pois são todos humanos.
P.S.: Pra quem não sabe, eu tenho uma birrinha com o Feminismo. Concordo com sua idéia geral proposta, mas vejo que há muita discriminação dentro do próprio feminismo com outras causas sociais.
Sendo um movimento que se afirma a igualdade entre as pessoas, eu considero no mínimo contraditório que o movimento fale tanto em cultura do estupro e patriarcado, como se o estupro fosse a única consequência da violência de gênero e o machismo não agredisse também uma parcela de homens que não se enquadram no esteriótipo de "macho".
Vale lembrar que toda essa construção teórica foi elaborada por mim, com base no que eu sei, vi e ouvi. Se você sabe algo que pode melhorar a minha visão sobre o tema, você DEVE me deixar um comentário explicando a coisa do seu ponto de vista.
Obrigado pela leitura :)
domingo, 16 de novembro de 2014
Viver Em Paz - Irvin ♪
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Nota [quase] desnecessária:
Eu colocava as letras em detalhes das músicas e tal, mas meio que percebi que o som é muito mais importante que o argumento. Fora que dá um trabalho dos infernos escrever a letra do jeito que eu faço. Então eu vou me economizar esse trabalho a partir de hoje.
Se eu achar que vale muito a pena eu faço, mas não conte com isso é o que quero dizer.
Estou definhando
Afogando no silêncio e na solidão
Suas palavras só não me doem mais porque nunca existiram
Elas doem por nunca terem existido
Se antes eu cantava, jogava e desenhava
Agora eu já não posso nada além de me entorpecer
Foi o modo que encontrei de me enclausurar em mim
Pra poder refletir sobre o que me aflige e me consome
E o meu ser, que grita em desespero
Pedindo por uma pausa
Pedindo avidamente por um piscar de olhos para o infinito
Um fechar sem abrir de meus olhos
Se morresse de uma forma doce assim não acharia triste
Estaria apenas livre dessa dor mundana
Estaria um passo mais perto de Deus
Afogando no silêncio e na solidão
Suas palavras só não me doem mais porque nunca existiram
Elas doem por nunca terem existido
Se antes eu cantava, jogava e desenhava
Agora eu já não posso nada além de me entorpecer
Foi o modo que encontrei de me enclausurar em mim
Pra poder refletir sobre o que me aflige e me consome
E o meu ser, que grita em desespero
Pedindo por uma pausa
Pedindo avidamente por um piscar de olhos para o infinito
Um fechar sem abrir de meus olhos
Se morresse de uma forma doce assim não acharia triste
Estaria apenas livre dessa dor mundana
Estaria um passo mais perto de Deus
sábado, 15 de novembro de 2014
Eu estou triste
Estou solitário
E quero me enganar com as ilusões de outras pessoas
Mesmo que eu esteja muito além disso
Eu estou triste
Pela consciência que me foi dada hoje
E pelas direções em que apontam minhas conclusões
É como se tivesse a ciência de Deus
Hoje eu me fiz Deus
Me vi entre o Céu e o Inferno
Neutro que estava de tudo que me ofereceriam
"A vida tem de prosseguir"
Sou uma confusão de pensamentos não concluídos
Uma tempestade de idéias
Penso sobre muitas coisas ao mesmo tempo
E concluo que tal racionalidade vem da falta de amor
Me tornei frio e autônomo pra não sofrer de solidão
Me sinto triste depois de tudo
Estou solitário
E quero me enganar com as ilusões de outras pessoas
Mesmo que eu esteja muito além disso
Eu estou triste
Pela consciência que me foi dada hoje
E pelas direções em que apontam minhas conclusões
É como se tivesse a ciência de Deus
Hoje eu me fiz Deus
Me vi entre o Céu e o Inferno
Neutro que estava de tudo que me ofereceriam
"A vida tem de prosseguir"
Sou uma confusão de pensamentos não concluídos
Uma tempestade de idéias
Penso sobre muitas coisas ao mesmo tempo
E concluo que tal racionalidade vem da falta de amor
Me tornei frio e autônomo pra não sofrer de solidão
Me sinto triste depois de tudo
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Miojo com cebola e hambúrguer
Se o título tivesse parado na cebola você provavelmente acharia um pouco menos indigesto.
Bom, o fato é que a minha receita de hoje é essa e aí vai o passo a passo (eu anotei exatamente como fiz, então se vc achar que algo é demais, faça como preferir :D ):
Agora, você esperava fritar o hambúrguer né? pois é :T
Esquente o hambúrguer no microondas por 50 segundos, depois amasse ele com um garfo.
Quando a água ferver, jogue os miojos e o hambúrguer na água.
Quando o miojo estiver pronto é só temperar e pronto :D
Receita mais fácil que escrevi no blog haushuashuas
Detalhe importante: eu não provei ainda, vamos ver se é bom:
Bom, o fato é que a minha receita de hoje é essa e aí vai o passo a passo (eu anotei exatamente como fiz, então se vc achar que algo é demais, faça como preferir :D ):
- 2 miojos
- 5 fatias de cebola
- 2 hambúrgueres
Agora, você esperava fritar o hambúrguer né? pois é :T
Esquente o hambúrguer no microondas por 50 segundos, depois amasse ele com um garfo.
Quando a água ferver, jogue os miojos e o hambúrguer na água.
Quando o miojo estiver pronto é só temperar e pronto :D
Receita mais fácil que escrevi no blog haushuashuas
Detalhe importante: eu não provei ainda, vamos ver se é bom:
HUM. É meio estranho, mas pra quem pretendia comer miojo até que tá interessante :T
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Sobre a dificuldade de sair e me divertir
Está acontecendo uma festa
Festa na rua, como há poucas em PelCity
Eu sempre fui um menino rueiro, mas essa festa não me inspira vontade exatamente
Por ser um evento incomum na cidade tenho vontade de estar lá
Mas muito mais pelo evento raro do quê pela vontade de fato
Estou em casa num duelo interno se vou ou não
As pessoas que posso encontrar não inspiram muita vontade
O dia que estou não inspira rolês
Tenho responsabilidades a cumprir
Há algum tempo eu procurava um dia para fazer uma irresponsabilidade a fim de não
Mas ainda que pense assim, não me sinto motivado a ir
Vou ficar em casa mesmo
A inércia venceu
Outro motivo pra minha desmotivação é a falta de companhia
Os amigos que tinha estão numa vibe diferenciada
Estamos em climas diferentes e eu estou realmente mais caseiro
Bom
Ficarei em casa
Só não posso deixar que isso me prenda à solidão
Festa na rua, como há poucas em PelCity
Eu sempre fui um menino rueiro, mas essa festa não me inspira vontade exatamente
Por ser um evento incomum na cidade tenho vontade de estar lá
Mas muito mais pelo evento raro do quê pela vontade de fato
Estou em casa num duelo interno se vou ou não
As pessoas que posso encontrar não inspiram muita vontade
O dia que estou não inspira rolês
Tenho responsabilidades a cumprir
Há algum tempo eu procurava um dia para fazer uma irresponsabilidade a fim de não
perder a juventude
E por isso fico pensando se esse era o momento que eu queriaMas ainda que pense assim, não me sinto motivado a ir
Vou ficar em casa mesmo
A inércia venceu
Outro motivo pra minha desmotivação é a falta de companhia
Os amigos que tinha estão numa vibe diferenciada
Estamos em climas diferentes e eu estou realmente mais caseiro
Bom
Ficarei em casa
Só não posso deixar que isso me prenda à solidão
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
sobre TV, Internet e jornal impresso
Depois de tanto tempo sem falar nada sobre mim, eu vim aqui escrever um pouco sobre uma coisa que reparei...
Aqui em casa, finalmente conseguimos uma TV, portanto finalmente pude desfrutar da TV a cabo que pagamos.
Por conta disto, quando estou ligeiramente entediado e não com o computador à mão, eu vejo TV. E só aí percebi o efeito hipnótico que a TV tem sobre os nossos olhos.
Pra mim, que tenho um cansaço constante e sofro com poder da inércia, ter o controle da TV ao alcance da mão e ficar largado no sofá assistindo algo que me interessa, ou mesmo algo que não interessa, é extremamente relaxante.
É viciante a sensação de morgar por tempo indeterminado diante da TV sem fazer esforço nenhum ou muito pouco.
Claro que eu faço isso na Internet, mas aí que tá! Diante do computador se faz mais esforço. As coisas acontecem em resposta a um comando dado.
Pra me mostrar o que eu quero, o computador exige um comando pré-estabelecido na sua programação. O computador pára quando não há comandos a obedecer.
A TV não, ela só recebe um sinal independentemente da sua vontade. Basta estar ligada.
Nesse aspecto, a Internet seria inclusive mais alienante que a TV, pois as informações na tela do computador rodam segundo o seu interesse e o seu comando, já a TV conta com uma grade que nem sempre vai agradar o seu gosto. A única coisa que a faria parar de transmitir as imagens seria desligá-la.
Apesar disso, a TV é igualmente alienante. Mesmo que não haja controle sobre a programação, esta é direcionada a coisas que (de fato) pouco mudam a realidade de quem assiste. Uma pesquisa na Internet pode gerar uma mudança de hábitos, costumes e pensamentos, mas um programa de TV tem pouquíssima influência na mudança de comportamento do indivíduo, pelo menos da forma como ela é feita.
Eu justificaria este último ponto na quantidade de esforço para acessar a informação.
Ainda que com esforço mínimo, o usuário/espectador procura o que vê na Rede, vai atrás, Enquanto o espectador televisivo, no máximo, vê a grade de programas e aperta uns quatro ou cinco botões, para depois voltar ao estado de torpor e semiconsciência.
Relendo meu texto, concluo um silogismo:
O jornal escrito é a mais informativa e menos alienante destas mídias, pelo simples fato de que ele não se põe diante do leitor.
O leitor, de alguma forma, o compra, paga, leva para um lugar onde sua leitura seja confortável e o lê.
São muitos passos para se atingir uma informação comparado aos meios modernos. O jornal traz o ritmo de seu tempo, e é esse ritmo que faz o valor da informação.
O bom leitor, só precisaria filtrar as notícias que sejam mais interessantes e refletir sobre elas.
Que coisa louca...
Mas são só pensamentos jogados na nuvem :)
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
terça-feira, 7 de outubro de 2014
sobre o espaço individual e o social
Acredito que parte do processo de amadurecimento de alguém está nas confusões internas dessa pessoa.
Falando de mim, vejo isso na minha relação com namorada e espaço pessoal/íntimo.
Meu espaço íntimo é meu quarto, é um lugar que quero exclusivamente pra mim.
Gosto de compartilhá-lo, mas de uma forma mais casual, não com tanta frequência.
E minha namorada, por ser uma pessoa muito presente e carente.
Ou melhor, por ser carente, se faz muito presente.
Eu gosto disso, gosto de estar com ela. Só queria que às vezes não tivesse de escolher entre estar com ela ou comigo.
Como se quando eu quisesse ficar sozinho ela simplesmente tomasse distância e me deixasse no meu espaço.
Claro que não é tão simples assim e eu também posso pedir à ela que me dê um tempinho pra ficar comigo.
Mas daí tenho medo de acabar me isolando por inércia...
Como sou um indivíduo muito autossuficiente em termos de companhia, temo que eu acabe inconvenientemente sozinho.
Como se na vontade de passar mais tempo comigo eu acabasse capturado por mim e preso ao meu sequestrador.
É quase uma síndrome de Estocolmo...
Bom, sinto que a chave está no equilíbrio entre as coisas, claro
Nem tão só, nem tão acompanhado.
Vou investir nisso e tentar melhorar minha postura.
Já fui uma pessoa muito resolvida quanto às companhias e momentos de solidão, só tenho que achar o ponto de equilíbrio de novo.
E aí várias coisas vem naturalmente pra mim, como a consciência do meu ser e das minhas emoções. Que é algo que tenho reclamado sentir falta há uns dois anos já...
Falando de mim, vejo isso na minha relação com namorada e espaço pessoal/íntimo.
Meu espaço íntimo é meu quarto, é um lugar que quero exclusivamente pra mim.
Gosto de compartilhá-lo, mas de uma forma mais casual, não com tanta frequência.
E minha namorada, por ser uma pessoa muito presente e carente.
Ou melhor, por ser carente, se faz muito presente.
Eu gosto disso, gosto de estar com ela. Só queria que às vezes não tivesse de escolher entre estar com ela ou comigo.
Como se quando eu quisesse ficar sozinho ela simplesmente tomasse distância e me deixasse no meu espaço.
Claro que não é tão simples assim e eu também posso pedir à ela que me dê um tempinho pra ficar comigo.
Mas daí tenho medo de acabar me isolando por inércia...
Como sou um indivíduo muito autossuficiente em termos de companhia, temo que eu acabe inconvenientemente sozinho.
Como se na vontade de passar mais tempo comigo eu acabasse capturado por mim e preso ao meu sequestrador.
É quase uma síndrome de Estocolmo...
Bom, sinto que a chave está no equilíbrio entre as coisas, claro
Nem tão só, nem tão acompanhado.
Vou investir nisso e tentar melhorar minha postura.
Já fui uma pessoa muito resolvida quanto às companhias e momentos de solidão, só tenho que achar o ponto de equilíbrio de novo.
E aí várias coisas vem naturalmente pra mim, como a consciência do meu ser e das minhas emoções. Que é algo que tenho reclamado sentir falta há uns dois anos já...
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Escrevi ouvindo:
Djavan - Um Dia Frio
Djavan - Eu Te Devoro
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Oi (89)
Sassinhóra, como faz tempo que eu não passo aqui :(
Dá até uma vergonhinha pensar que eu não venho no meu próprio blog há tanto tempo
Bom, aqui estou...
Passei correndo só pra dizer que vida tá uma correria doida e eu tenho morgado nos tempos ociosos
Digo que tenho morgado porque pra postar no blog eu preciso tempo ocioso que possa ser dedicado ao blog
Pra quem não sabe, eu considero meu blog como um trabalho, ainda que não gere lucro nenhum
É como um trabalho espiritual de aproximação comigo mesmo :)
Eu até me culpo por não postar regularmente, porque acredito que essa ausência de posts reflita uma desconexão dos eu's que me compõe.
Pior que o blog não é a única coisa que eu não faço tanto quanto gostaria haha
Na verdade, eu tenho feito pouco do que eu realmente gostaria de fazer, mas acho que faz parte da vida essa ausência de tempo...
Admito que eu gostaria de me tronar adulto sem esse abandono característico das paixões da infância/adolescência.
Pensando nisso, concluo que ou sou adolescente muito tarde ou a juventude é uma fase de transição muito mais marcante pra mim haha
Bom, agora me despeço porque ainda tenho um monte de coisas pra fazer
Até mais
Dá até uma vergonhinha pensar que eu não venho no meu próprio blog há tanto tempo
Bom, aqui estou...
Passei correndo só pra dizer que vida tá uma correria doida e eu tenho morgado nos tempos ociosos
Digo que tenho morgado porque pra postar no blog eu preciso tempo ocioso que possa ser dedicado ao blog
Pra quem não sabe, eu considero meu blog como um trabalho, ainda que não gere lucro nenhum
É como um trabalho espiritual de aproximação comigo mesmo :)
Eu até me culpo por não postar regularmente, porque acredito que essa ausência de posts reflita uma desconexão dos eu's que me compõe.
Pior que o blog não é a única coisa que eu não faço tanto quanto gostaria haha
Na verdade, eu tenho feito pouco do que eu realmente gostaria de fazer, mas acho que faz parte da vida essa ausência de tempo...
Admito que eu gostaria de me tronar adulto sem esse abandono característico das paixões da infância/adolescência.
Pensando nisso, concluo que ou sou adolescente muito tarde ou a juventude é uma fase de transição muito mais marcante pra mim haha
Bom, agora me despeço porque ainda tenho um monte de coisas pra fazer
Até mais
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